The Budos Band "KAKAL" - Exclusive 45
Algo terrível acontecia. Desmaiavamos em terras gringas. Aparentemente uma praia cheia de pedras, Bianca, portuguesa, uma conhecida minha, estava ao lado. Depois soubemos que naufragamos em Cabo Verde. Uma belíssima praia se abriu a nós. O sol que lembra o ceará, mas diferente, o sotaque e o clima se confundem, se procriam, e cada sotaque-clima tem seus filhos e filhos. Lá a língua falada era portugues de portugal.
andamos, conversando sobre o que se tinha passado, tentando ver soluções, lugares. Achei ao longe uma caverna-gruta, em frente ao mar, saca.
atravessar uma praia no sol quente, depois de um naufrágio, com pedras e pés descalços, cansados de tanta quasi-mortem, oxe, pois vou lhe dizer, no meu cabo verde dream's eu tava tão feliz de tá numa praia, com amigos (Bianca é a que mais aparece) e andando a caminho daquilo que te assegura, pareceu outro sonho que tive - tenso pra caralho, mas tão bom, tão seguro de sua liberdade, chegava numa praia com milhares de baleias encalhadas, pequenas e grandes, perto e longe, cena de filme corrido, eu e alguns amigos correndo em direção ao mar, colocando panos pra afastar, e rindo chorando quando as pequetitas baleias saiam contentes e livres... algumas morreram, mas não em vão -
a felicidade que é livre. (palavras tortas, tão bestas, mas tão abestadas, que o sentido delas quando é vivido, parece até torto, lombra, a sensação do deserto chapado em mim... quando chegamos a gruta-caverna diz ai, pense na viagem, tinha umas piscinas que o formato delas dava direitinho numa cama gigante, como se fosse um cinema e a tela fosse o mar, deitamos, fechei os olhos, mas não queria o escuro, abri-a teimosa e o mar entrava.
tento lembrar o resto, algo a ver com a avó neuza.
o fato é ...
de repente tudo é insano e vivo. tudo é sentido e leviano, antes um tango na minha cama do quê uma dança sem ... sem aconchego. entre vinhos e livros o que há de mais doloroso no meu pensamento estará aqui. entre ele e livros o que há de mais feliz surgirá enfim. Se é sonho se é devir se é o caramba vai se saber. vai se saber por que aqui é o lugar onde tudo acontece sem ... sem enrolaçao.
domingo, 30 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Pu(ver)dade
Andava por entre sobressaltos de alegria e confiança no mundo. Precisei de muitos murros em pontas de faca, muitos socos levados na expectativa, as crenças desabam. Me vi no escuro, andando sozinha, sem rumo, alias com o único rumo que nos leva e guarda. Andar é tal como escrever. Eu crente, ingenuamente confiava no código linguagem e aos poucos e barrancos percebi que muito é emoção.
Sabe se lá porque,
Sabe se lá porque, estamos aqui vivendo, engolindo uns aos outros, forçosamente convivendo com patrões, crente que são nossos amigos...
perde-se o saber de quem são nossos amigos e eu não tenho emprego.
estou a deriva, sem ter pra crer, me segurando em projetos que não tem valor.
me abrir pra que, me abrir pra crer?
hoje sonhei que ia a praia chamada paraty e tinha vários tipos de baleias, encalhadas, de vários tipos, e eu e mais uma galera ajudávamos, no final sim era um happy end, elas saiam nadando, livres...
Sabe se lá porque,
estamos aqui, escrevendo tolices, pra suportar a hierarquia, a humilhação de não ser escutado, afetado, a humilhação de não ter...
quinta-feira, 19 de julho de 2012
oaxaca!
Tags:
convocatória, pedido, amigo
De antemão
adianto que convoco para pedir uma ajuda, que me vai ser surrealmente feliz.
Conhecer terra de Frida e Buñuel surreal filmou. Preciso de uns dólares para
fazer uma residência em Oaxaca, ministrada pelo Pocha Nostra.
Mesmo
quem não possa me ajudar com $, abro convocatória pra quem quiser me mandar seu
disco, sua obra, que te importa no coração, para espalhar pelo país México.
Preciso
de doações, ou se for o caso, quem possa me emprestar um espaço para fazer uma
festa e lá um bingo com cervejas baratas. Um mutirão de ajuda.
De
fato, assumo aqui: acredito na ajuda, porque sei que tem retorno (pode ser
energético, espiritual, num importa).
Música, cinema, obra, drama, tudo
pode ser espalhado ao vivo. Vou tá numa das cidades mais quentes e fervilhantes
e em pleno verão.
A
proposta é essa.
E
claro, vou fazer uma festa quando retornar pra comemorar, porque o pocha nostra
é foda!
opao.blogspot.com
http://www.pochanostra.com/
quem quiser me mandar sua obra, pode mandar pelo correio para o endereço rua ubaldino do amaral 41, apt 908, centro cep 20.231-016 rio de janeiro
ou para raisa.anniehall@gmail.com
deixo aqui o pay pal – serviço de envio de dinheiro pela
internet – do Pocha Nostra: pocha@pochanostra.com. Tem que ter login, mas
qualquer dúvida to aqui. preciso de 425 dólares...
a conta
é 2793-6 e a agência é 54.922-3, o nome é raisa inocencio f. lima e é banco do
brasil.
domingo, 1 de julho de 2012
Contexto, performance, cotidiano e amigos
Acendo um beck, enquanto escuto Tarrega, dou poucas tragadas até começar a escrever esta carta, uma carta de muitas cartas, trocando uma carta por pessoa, uma pessoa de muitas pessoas sou eu. Números não servem para visualizar a imensidão do homem e o quanto somos impelidos a esquecer, esquecer e negar. Negociar. Proponho um ociar, uma batida de porta, um soco quem sabe?
Por que escrevo? Por que me dou ao trabalho de pensar o dia inteiro sobre o que me comove a escrever o que vou escrever agora? Posso (olha o poder se manifestando...) posso dizer que mãe filosofa e franciscana (dois conhecimentos que no que tangem ao homem, acreditando tecnicamente num Todo, de um lado um universalismo escroto que diz somos um e de outro uma crença afetiva muito forte na alteridade, num amor por todos, filo – amor, sofia – sabedoria) me fazem no mínimo pensar nisso.
Esta carta, por outro lado, é para vocês: raphi, sara e filipe. São imagens os cotidianos que nos levam a dividir nossas realidades, não é? Ora, sou aluna, ora sou amiga, ora sou aquela que tenta ao menos desorientar esses sentidos tão seguros, assim responsáveis por essa sociedade cada vez mais preocupada no próprio cu. E a miséria afetiva e o esquecimento social se dão assim. Falar do cotidiano é assegurar a balança dos afetos e comer, digerir e sentir a boa liberdade de chorar ouvindo recuerdos de alhambra. Sem ficar triste.
Fico cansada, porque são tantas coisas a serem discutidas, debatidas, institucionalização feroz da arte que grita e reclama uma amiga de anos por causa de um celular? Claro, sem falar que se sabe que o celular era de um telefonema de um amigo em pleno surto. Então não assistisse a performance, de fato, mas o que me foi ver o Ron – que segundo soube já fez performance em viaduto, metrô, com toda abertura para o barulho externo – mesmo assim Sergio porto e eu temos uma relação controversa de silêncio e aproximação do publico através do som (já que o toque é proibido), então meu amigo sua performance não é performance, é espetáculo, sendo assim a diferença entre você e a novela das oito é a quantidade de palmas, é a burocratização da arte, o enchimento do saco através do retoque, retoque a moça para não atender mais telefonemas em performances, vai tomar no cu sabe. Sem falar quê. Sem falar quê Penalva is my friend too. Ver sangue neon gritando por toque pensando “penalva is dying”, a carne sendo perfurada e a morte me aproximando, e o sangue escorrendo mesmo que eu não pudesse pegar, claro, não pode tocar o artista, ele é sagrado! E era justo isso que eu queria dizer pra ele naquele momento lá fora, Sergio porto. Sacralizando um comportamento, um sistema, e ainda ouço maliciosamente por uns que eu guardo troféus, que idolatrio romanticamente os meus autores vivos... quando digo que todos nós somos sagrados, riem, e sinto gosto de fazer as pessoas rirem, rituais risos e conceitos testados. Testing! Testing! Testing! Somos todos bobos da corte, médicos da alma, filósofos inaceitos, pochanotristas somos todos bobos da corte. Mas só quem possui o poder do riso pra ser séria como estou e sentir esse cansaço, dancemos um flamenco, meio brega, mas eu curto.
Performance na sua construção implica conceitualmente os cotidianos que cada artista diz viver. Perfurar o corpo, tomar banho de vinho, tomar água, são todos os gestos que repetimos de algumas maneiras no chato cotidiano.
No íntimo sincero... Conte-me mais sobre o que você acha da performance?Diga-me com todas as palavras de monografias, dias, suores, sobre o que você vive da performance? Com quantas pessoas você já conversou sobre o seu trabalho?
Ditas palavras com ar de sentido – cartografias não se esqueça, alguns lêem felizes e sorridentes com o próprio cansaço, outros esquecem (titio Heidegger sabe muito bem sobre os esquecidos), viver-no-mundo não é fácil, Darling. Espero que me acolham e me perdoem por todo o infortuito parto de letras e sentidos desorientantes, esquizos, confusos e carnívoros num complexo sistema de aceitação.
Mas prefiro ficar boba e escrever. Escrever pra quem curte ler e viver a leitura, escutar a leitura, criar outras leituras, soltar, comer, cheirar o meu cheiro através das linhas e pontos...
Todos nós somos sagrados
Do amigo rebecchi
da profanação a todos nós somos sagrados
1. Quem profana amigo é.
2. Quem profana os males espanta.
3. Quem profana acha.
4. A profanação nunca é plena, se a alma é pequena.
5. Quem não profana, não petisca.
6. É profanando que se aprende.
7. O Cramunho ajuda quem cedo profana.
8. Vivendo e profanando...
9. Quem ama profana.
10. Profanar é preciso; viver não é preciso.
11. Profanar já é metade de toda ação.
12. O pavão de hoje é o espanador/profanador de amanhã.
13. Antes profano do que nunca.
14. Olho por olho; tridente por tridente
• Nada mal, nada prudente. Nada bom, sempre prudente
1. Quem profana amigo é.
2. Quem profana os males espanta.
3. Quem profana acha.
4. A profanação nunca é plena, se a alma é pequena.
5. Quem não profana, não petisca.
6. É profanando que se aprende.
7. O Cramunho ajuda quem cedo profana.
8. Vivendo e profanando...
9. Quem ama profana.
10. Profanar é preciso; viver não é preciso.
11. Profanar já é metade de toda ação.
12. O pavão de hoje é o espanador/profanador de amanhã.
13. Antes profano do que nunca.
14. Olho por olho; tridente por tridente
• Nada mal, nada prudente. Nada bom, sempre prudente
http://www.youtube.com/watch? v=EQGBbLBShzk&feature=related, recuerdos de alhambra
sábado, 26 de maio de 2012
e-mails
vc ficou sabendo do calendario trans que rolou no ceará?
me lembrou o
trabalho deles.
A princípio achei os sites no geral muito imagéticos e
interessantes, me gusta cultura, pero há uma linha tênue entre trabalhos que
nós vemos pornografia e sentido e pornografia e coisa (ou objeto de desejo
coisificado, por assim dizer). Digamos que a essência do nu esteja justamente
em provocar um comixão corporal nas pessoas, um comixão animalesco onde os
movimentos, os gestos - ou mesmo os nossos devires cotidianos - se revelam, se
desvelam e se deixam sorver por um status ontológico e porque ontológico? justo
por nós buscarmos a essência dessa louca existência, dentro da máscara
dionisíaca existe um pouso seguro chamada ontologia. Explico.
Primeiro, como é a pornografia convencional - ou seja,
esteriotipante para o hetero, masculino e macho, que chega a ser violento - daí
sua vista começa a ser esteriotipada tb, seu modo de ser, comportamento,
convencionado em papéis em cada instância de poder e desejo, personas que
admitimos no trabalho, na casa, no discurso público e privado e em frente ao
computador (não digo nem cama, digo masturbação). Acaba que quem tenta travar
outros pontos de vista para a mesma imagem, sendo criando ou re-postando, pode
acabar caindo na mesma interpretação e sentimento sobre a imagem que o Macho
tem ao ver zorra total e suas mulheres de toalha. Outro ponto é como essa
ruptura - meu chute é que ocorre às vezes e essencialmente com os homens e por
isso q é um processo violento - é estuprante, um processo que se pensa
que para se chegar a libertação sexual tem de se passar por uma transgressão
criminosa e culpada. Acho que já saímos dessa história de culpa e
crime, ne? Mas entendo que é um processo doloroso sair do esteriótipo de machão
e pensar a sensualidade numa instância PARA ALÉM DO SEXO, pensar uma ontologia.
Segundo antes da ontologia. Precisamos visualizar como uma imagem
pode ser pornográfica e carinhosa ao mesmo tempo. Por que não se fala de afeto
com imagem? É muita ingenuidade minha acreditar em sacanagem amorosa? Parece
que pornografia é uma instância onde deixamos de lado a nossa pose de
mamãe-cuido-de-tudo pra se tornar a quenga vadia. Ou seja, nós
mulheres também somos estereotipadas o tempo todo. E seja em freud ou
no sertão, o homem não consegue visualizar sua própria mãe na cama. Ou
o que a mãe representa, enquanto entidade de carinho, afeto, paciência, amor.
Recalque, timidez, embrutecimento, são
só afetos consequentes dessa cegueira sensual, abrir a vista para entender o
sexo não somente como processo pinto-buceta, mas olhar e cheirar, pensar,
investigar, faz com que o homem quando leve um fora ou quando a mulher só quer
ser amiga fique de boa, porque se goza também conversando e bebendo à vida.
Digo isto porque já tem um tempo que me deito com homens e mulheres e também
com Bataille, (o mestre teórico do erotismo) vemos que tudo é questão de
aceitar a mãe gemer e que podemos pensar nossas emoções numa instancia comum,
em casa, tipo to sofrendo de amor, to. E ai?
Pois bem, tive eu umas três gerações de mulheres que me ensinaram
que homem e mulher a gente lida com amor e riso, mas não é piada, é modus de
ascutar a vida.
Que sexo e parto são os grandes
traumas do Homem, com H maiúsculo, aquele dotado de razão e pau duro, nós já
sabemos, como é que eu sai daí? Mamãe, me explica, por que vc é tão linda? E aí
o macho cresce sabendo que tem que trabalhar em alguma coisa, ter prazer em
outra, morar numa casa, tomar banho, etc, várias normatividades, por assim
dizer, uma rotina, um cronograma e até a bebedeira dionisíaca tem data: fevereiro.
“A vida é curta, mas o dia é longo”, já diria o poeta. E, por isso, a
ontologia.
Onto – logia. Sejamos sinceros,
é sabido que estudamos e somos sérios, mas num dá vontade de rir? Nós aqui,
trabalhando pra pensar um estatuto que sirva de base para as nossas crenças e
afetos? Aonde quero chegar é que mesmo que descreva e vou tentar descrever, é
que o movimento de saída do estereótipo machão para um criador, libertário e libertino
envolve uma criação, o salto nietzschiano, a angústia heideggeriana, a putaria,
envolve experiências no-mundo,
arriscado como é, quente como é e se permitir a perdoar quem tentar te
violentar, te estuprar com o estereótipo machão. “O medo leva ao ódio, o ódio
ao sofrimento”, episódio um do Star Wars. Portanto, a ontologia que pratico e
não sei descrever, vê na amizade e na sinceridade um up para uma “ética”, do
jeito que vc quiser denominar, algo como o nosso modo-de-ser brasileira. Tô falando de Xica da Silva,
Tieta do Agreste, Dona Sebastiana, etc.
Spinoza é um rapaz bem
interessante, me ajudou bastante nessa deriva [atravessia, a (negação) +
travessia (ação de ir de um canto a outro, continente e rio), porque a nossa
travessia não é linear, é multi, é uma rede com personas de todos os tipos, em
todos os estados, online no seu facebook, prefiro skype.] Spinoza é um
tecnomago de primeira. Ensina-nos que o homem é dotado de um saber que ajuda
ele atravessar essa deriva, mas que esse saber (techné), num é imperial dentro
de outro império, é afetivo porra! Ou seja, admitamos logo a existência de uma
opinião corporal, que se dá no dialogo, na técnica, de maneira que quando
ocorre sua transcendência nós pensamos logo em magia, porque é mágico. Explicar
em poucas frases é difícil, tentarei fazer uma fórmula:
(afetos ativo e passivo + Pasolini).(deserto e salto nietzschiano) +
dança = ?
Para ser bem firme: nosso corpo manifesta o inconsciente mesmo quando a
gente tá acordado, trabalhando, trepando, comendo, cagando. E lidar com esse inconsciente,
esse vazio, esse buraco, muitas milhões de vezes levam as pessoas a tomarem
remédios. O gozo na doença, o ciúmes, posse, objeto de desejo coisificado.
Desde pequeno aprende a ser tratado como um objeto que vai se mover de
um canto a outro, da cama pra escola, da escola pra universidade, da
universidade para o escritório. Seja homem ou mulher, aquele produto consumidor
triste. Aí depois de anos de tratamento coisificador, a pessoa se torna uma
besta. Engraçado, que os antigos usavam o termo bestiale para se tratar de
pessoas loucas e desvairadas e sexuais. Pois bem, utilizo agora para tratar das
“people-born-to-office”. Acostumadas a ver televisão, transar uma vez por mês,
comer porcaria, comprar tudo no natal, porque é natal. E até mesmo os fortes e
bonitos, que comem as modelos, as vezes se pegam nesse buraco, big bang!, e
mesmo comendo a gatinha de quatro, como se fosse um boneco Ken Vietnã o cara
não goza. Foda ne?
Já conheci muita gente que vive esse modus de vida. Trato com carinho e
apenas receito Spinoza, mesmo sabendo que as pessoas sugam cultura e não vive
ela. Comem como glutões endinheirados, mas não conseguem criar mundos
fantásticos reais! A palavra se tornou uma propaganda. De troca e oferta de
poder nas já ditas várias instancias de poder e desejo, como trabalho, casa,
internet... E, digamos, que se eu me oferecesse toda, para além de ficar nua
numa imagem e se dissesse que além de me exibir, eu amo e passo amor? Que a
postura pública admitida é contra a violência e aberta ingenuamente à conversa
aos violentos. Sobre o cotidiano e etc... E afunilando na postura privada e de
quem faz pornografia – nos casos pós-porno na espanha e no brasil, vide
texto pós-porno da Fabi Borges – para criar novos prazeres, des-hierarquizar os poderes, tornar os
prazeres libertários para chegar em sua instancia política-cotidiana. Para que
possamos não ser chamados de hipócritas (senso comum brasileiro) e que nossas
novelas se libertem da muié que qué o macho e num consegue, a mocinha fica com
o mocinho. Só que o mocinho na vida real ainda vai pro puteiro.
Vide: Pasolini tem um filme chamado Comizi d’Amore, onde investiga na
Itália o que as pessoas pensam sobre sexualidade.
Tentei explicar durante o
texto, como um desdobramento do primeiro parágrafo, onde eu apontava no risco
das imagens serem estereotipadas pelo machão e como podemos fazer uma
pornografia que rompa e abra novos veres, sorveres, desbravares, usando o
discurso do amor, aceitando que a mãe trepa, tornando o dialogo mais leve e
cotidiano.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
conto infantil II
Ander, eu achei um cobertor mágico. Ele tira o cansaço. Aonde ele deita, tudo se transforma e fica mais macio. Alguns dizem que é fibra, mas também podemos dizer carinho. O seu desenho é um quebra-cabeça e algumas cores que lembram tabuleiros de jogos, xadrez talvez. Ele é macio como um abraço.Nos sonhos aparecem também seus mágicos segredos. Inclusive de onde vem essa maciez, quem o criou? De onde ele vem? O cobertor mágico foi dado por uma mulher que fingia ser mais velha, talvez para poder ensinar mais. Tal esse ensinamento que dela surgiu o tapete, mas apenas surgiu, pois a velha mudou-se. Sumiu. De onde veio essa mulher? Suspira o viajante, ouvindo essa história, mas escute: A dúvida sempre fez parte, mas sua real maciez desbrava, simplesmente nos toca e sentimos seu suor,sua sujeira e seu amor. E nos dias de frio, quando se sente o mais carente de todos os maloqueiros, suspira e tenta dormir. E o cobertor te deixa e vc sente sente sente...
sábado, 8 de janeiro de 2011
Yumê
Yumê
o despertar e o passeio.
Na visita ao centro cultural da Marinha, vi marinheiros ansiosos por suor estrangeiro, o olhar paquerador com o feminino visitante. Isso me instigou, como no tempo que agarrei um carioca no Ceará...
[preciso escrever mais e falar menos]
No sonho eu estava deitada na cama, sofrendo em febre de tesão, quando Antonino Augusto chega, deita e abre o jogo:
- Olha eu sei que você está apaixonada por mim e também sinto um desejo intenso por você, mas eu - do alto da minha idade, sou um homem experiente, como bem percebe - sei que é apenas um desejo, sou apaixonado por outra mulher e a Yumê é linda. Por isso, acho melhor não me procurar mais. Não quero que isso se transforme numa bola de neve.
escutar isso solitário é até clichê, mas ouvir isso quando o pau endurece, latejando de lascívia, sae latejando das calças, grande, enorme, grosso e pálido, com suas linhas vermelhas e roxas de sangue. impressiono com a capacidade dele de me dar um fora tão escroto e ao mesmo tempo passar tanto tesão. E como num vulcão a gala explode incrivelmente, gotinhas brilham incandescentes (e sim muito indecentes!), dando-me lampejos de tesão, a palavra para esse sonho é tesão, retesado, tesadesaquecido teso taradotesionado tamanho o tamanho do caralho. Tanto tesão pelo cara que acabara de me dar um fora, acabando com a paixão.
de certo ele gozou e não há dúvidas que ele gozou pq eu tava lá, deitada e agora nua (nos sonhos você não repara se você ta nua), mas eu vi meu corpo estendido para aquele pica-pau enorme e branco, ele sorria e isso me levou a céus de loucuras, ao ponto d'eu pegar como líquido sagrado e passar no rosto como ambrosia.
ele ri, ri sarcasticamente quando vê que eu passo a sua gala no meu rosto, gargalha à minha desgraça e despreza-me pedindo um beijo. O momento que devia ser o dos mais reconfortantes, foi um suplício, não gostei, era frio, a lingua pequena e fina, como língua de cobra.
- tá vendo? eu não gosto do seu beijo. não me importo de te esquecer...
- então tá, vamos tentar de novo...
puxando os lábios inferiores e dando pequenas mordidas eu fui ao delírio, quando não se mais reconhece qual boca está em qual carne, o beijo mais gostoso do universo. infinito, como um reprise de novela na minha cabeça.
um detalhe perpassa essa historieta: tudo isso acontecia aos olhos dos amigos do meu cunhado, sempre na fronteira do medo de ser pega e o cagar, tô nem vendo, foda-se, é o beijo do Antonino Augusto.
o despertar e o passeio.
Na visita ao centro cultural da Marinha, vi marinheiros ansiosos por suor estrangeiro, o olhar paquerador com o feminino visitante. Isso me instigou, como no tempo que agarrei um carioca no Ceará...
[preciso escrever mais e falar menos]
No sonho eu estava deitada na cama, sofrendo em febre de tesão, quando Antonino Augusto chega, deita e abre o jogo:
- Olha eu sei que você está apaixonada por mim e também sinto um desejo intenso por você, mas eu - do alto da minha idade, sou um homem experiente, como bem percebe - sei que é apenas um desejo, sou apaixonado por outra mulher e a Yumê é linda. Por isso, acho melhor não me procurar mais. Não quero que isso se transforme numa bola de neve.
escutar isso solitário é até clichê, mas ouvir isso quando o pau endurece, latejando de lascívia, sae latejando das calças, grande, enorme, grosso e pálido, com suas linhas vermelhas e roxas de sangue. impressiono com a capacidade dele de me dar um fora tão escroto e ao mesmo tempo passar tanto tesão. E como num vulcão a gala explode incrivelmente, gotinhas brilham incandescentes (e sim muito indecentes!), dando-me lampejos de tesão, a palavra para esse sonho é tesão, retesado, tesadesaquecido teso taradotesionado tamanho o tamanho do caralho. Tanto tesão pelo cara que acabara de me dar um fora, acabando com a paixão.
de certo ele gozou e não há dúvidas que ele gozou pq eu tava lá, deitada e agora nua (nos sonhos você não repara se você ta nua), mas eu vi meu corpo estendido para aquele pica-pau enorme e branco, ele sorria e isso me levou a céus de loucuras, ao ponto d'eu pegar como líquido sagrado e passar no rosto como ambrosia.
ele ri, ri sarcasticamente quando vê que eu passo a sua gala no meu rosto, gargalha à minha desgraça e despreza-me pedindo um beijo. O momento que devia ser o dos mais reconfortantes, foi um suplício, não gostei, era frio, a lingua pequena e fina, como língua de cobra.
- tá vendo? eu não gosto do seu beijo. não me importo de te esquecer...
- então tá, vamos tentar de novo...
puxando os lábios inferiores e dando pequenas mordidas eu fui ao delírio, quando não se mais reconhece qual boca está em qual carne, o beijo mais gostoso do universo. infinito, como um reprise de novela na minha cabeça.
um detalhe perpassa essa historieta: tudo isso acontecia aos olhos dos amigos do meu cunhado, sempre na fronteira do medo de ser pega e o cagar, tô nem vendo, foda-se, é o beijo do Antonino Augusto.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Pensamentos sórdidos nº
Soprar é muito rápido, quero ver aguentar o tranco da incompreensão, da chatice e da burrice: porra, se vc é cardiopata não se envolva com mulheres alcoólatras, dois maços de cigarro por dia e ainda uma dilatação mal dada.
Se é harmonioso, que continue harmonioso entre os homens, quero é ver.
Soprar é muito rápido, quero ver aguentar o tranco da incompreensão, da chatice e da burrice: porra, se vc é cardiopata não se envolva com mulheres alcoólatras, dois maços de cigarro por dia e ainda uma dilatação mal dada.
Se é harmonioso, que continue harmonioso entre os homens, quero é ver.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Stracker.
O mendigo que abandona o próprio corpo e se esvai pelo corredor que lhe sobra. É um bandido que assusta com o cheiro e faz sentir o próprio abandono. Pois bem, todos nós abandonamos os próprios desejos em algum momento, seja em alguma festa onde todos te desejam e você por lembrar de um amor antigo ou nuevo... não se leva pela festa. O mesmo mendigo pega um ônibus e se diz independente. Independente de quê? Do sistema de valores que nós carregamos ao julgar o tempo todo todas as impressões e os sentimentos e nos atamos na merda, numa bosta de merda, de sim eu te quero sim eu te adoro por você ter esse cheiro tão delicioso... O mendigo não tem isso, ele carece, porém tem todo sorrisos ao ver no banco da frente o menino faze-lo rir. Do meu lado sofre o amor não correspondido via Facebook. Saia da minha frente, mendigo!(pelo contrário a minha vontade é me juntar a ele a sujeira total, dormir na calçada). Saia já daqui com o seu fedor e incômodo... E por mais que lutamos por uma justiça social, o que dizer: o que é justiça social? Quando o cheiro – imperativo corpóreo de animais cartesianos – incomoda. Como se pode deixar envolver pela compaixão ao ver o mendigo sorrir, sei lá, ele sorria! Sorria ao ver o menino fazer suas presepadas e quem sabe, vindo do ângulo de quem tava quase ao lado, sorria por perceber uma nova esperança, uma nova vida, mesmo cheia de vômito na camisa, é confuso pensar o que o outro planeja, não importa qual seja, mesmo fedendo a xixi e a sabonete de rodoviária. O ser humano por mais desistente carrega dentro de si uma vontade que só cada um pode despertar o desejo inexplicável de viver, seja como for. A vida é uma (una?) já dizia as auto-ajuda.
E agora exclamo a minha indefesa capacidade de não conseguir ficar numa festa sem estar chapada. Voltamos ao assunto: o fedor, o abandono do corpo e o arrêgo. Foda-se. É sempre uma exclamação de quase-desistência. Esse quase quer dizer: eu tentei. Tentei viver num mundo cão, que só sabe repudiar e julgar. Tentei me estabelecer, trabalhar e o que isso significa: o tempo todo dizendo: não abandone seu corpo, pelo contrário faça-o trabalhar mais e mais e mais. Com muitas repetições e muitos apelos. No fundo trabalhamos pra valorizar mais e mais e mais nosso corpo, porque a mente é o corpo. “Sai fora!” Saio... Já saí tantas vezes que ao ver a festa mais louca e mais dedicada à Dionísio eu desisto. Desisto porque de cara não agüento mais um segundo. Sim até dancei alguns relances e por momentos vi pessoas que me lembravam quadros, mas até a vontade esvai o desejo, até onde vai a expressão do corpo, solicito amável. Perscruta e sente o cheiro. Sente aquele cheiro de sabonete de rodoviária, vômito na camisa e xixi na calça. Sente o cheiro de desapego ao corpo. Houve um momento que pensei: posso ficar aqui porque a amo. Ou posso ir dormir e sentir os sonhos de Morpheus me invadir, prefiro o mundo do Morpheus até que encarar a grande questão Alephiana... A palavra é errada, prefiro encarar o meu mundo do que invadir uma grande festa de exorbitações, de exibições ao bom claro som... A palavra errada é sublinhada em vermelho, coisa mais comum em São Paulo é ser sublinhada em vermelho. O fogo que queima em círculos não teme mais a fome, mas sacerdotiza o brilho e faz nos levar a mistérios, porque é mistério, mistérios não compreendidos, a mágica, prestidigitador de sonhos. O sono bate, mas vem tantas palavras que me pergunto: por que escreve-las se o sonho continuará aqui, primeira vez que uso o verbo no futuro, futuro? Primeira vez que nos deixamos deleitar por palavras sem sentido tais como há vários planetas dentro de nossas cabeças, sentimos vários cheiros, alguns nos desagradam e outros nos fazem gozar. A festa sim... boníssima... A festa sim me fez dançar feito Elvis Presley... Mas ainda sinto falta do bolero e da dança com aconchego daquele que faz questão de declarar que o mundo dele é o mundo que dedica o corpo a construção de uma vida. Não deixo de amá-la, mas bem que queria um pedacinho do que ela tomou. Para continuar na festa, para continuar no ritmo. Sim, continuo de cara. Sim, a chapação tem que continuar.
E agora exclamo a minha indefesa capacidade de não conseguir ficar numa festa sem estar chapada. Voltamos ao assunto: o fedor, o abandono do corpo e o arrêgo. Foda-se. É sempre uma exclamação de quase-desistência. Esse quase quer dizer: eu tentei. Tentei viver num mundo cão, que só sabe repudiar e julgar. Tentei me estabelecer, trabalhar e o que isso significa: o tempo todo dizendo: não abandone seu corpo, pelo contrário faça-o trabalhar mais e mais e mais. Com muitas repetições e muitos apelos. No fundo trabalhamos pra valorizar mais e mais e mais nosso corpo, porque a mente é o corpo. “Sai fora!” Saio... Já saí tantas vezes que ao ver a festa mais louca e mais dedicada à Dionísio eu desisto. Desisto porque de cara não agüento mais um segundo. Sim até dancei alguns relances e por momentos vi pessoas que me lembravam quadros, mas até a vontade esvai o desejo, até onde vai a expressão do corpo, solicito amável. Perscruta e sente o cheiro. Sente aquele cheiro de sabonete de rodoviária, vômito na camisa e xixi na calça. Sente o cheiro de desapego ao corpo. Houve um momento que pensei: posso ficar aqui porque a amo. Ou posso ir dormir e sentir os sonhos de Morpheus me invadir, prefiro o mundo do Morpheus até que encarar a grande questão Alephiana... A palavra é errada, prefiro encarar o meu mundo do que invadir uma grande festa de exorbitações, de exibições ao bom claro som... A palavra errada é sublinhada em vermelho, coisa mais comum em São Paulo é ser sublinhada em vermelho. O fogo que queima em círculos não teme mais a fome, mas sacerdotiza o brilho e faz nos levar a mistérios, porque é mistério, mistérios não compreendidos, a mágica, prestidigitador de sonhos. O sono bate, mas vem tantas palavras que me pergunto: por que escreve-las se o sonho continuará aqui, primeira vez que uso o verbo no futuro, futuro? Primeira vez que nos deixamos deleitar por palavras sem sentido tais como há vários planetas dentro de nossas cabeças, sentimos vários cheiros, alguns nos desagradam e outros nos fazem gozar. A festa sim... boníssima... A festa sim me fez dançar feito Elvis Presley... Mas ainda sinto falta do bolero e da dança com aconchego daquele que faz questão de declarar que o mundo dele é o mundo que dedica o corpo a construção de uma vida. Não deixo de amá-la, mas bem que queria um pedacinho do que ela tomou. Para continuar na festa, para continuar no ritmo. Sim, continuo de cara. Sim, a chapação tem que continuar.
domingo, 29 de agosto de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
- Não adianta fazer uma rotina, criança.
Ouço de longe vozes, que de tão distantes, parecem reais. Aquela realidade que se pode dividir-se em várias, umas que se misturam a sonhos, outras que são feitas de tinta e papel, mesmo que só imaginadas são muitas as minhas realidades. E quando de tão longe ouço aquela voz dizer-me: enfurece-me! Derruba-me... Suga-me para o meu próprio eu, no infinito perdido do sentido.
- Não há análise para o seu caso, mulher.
(Ao fundo: PERDIDA, PERDIda, PERdida, perdida. Cantada de forma cadenciada, mais alto alto até o som não se sentir).
- Não há palavra que te defina, criatura.
Sorrio para não confundir mais e lembro. Mas que porra é essa?! Saio para nunca mais sair de mim, pelo contrário sou o que faz de mim pleno: a natureza. O ser e o existir são um só convite.
- Não adianta querer sair, fudida.
O breu e o fundo. Quem lê se sente o quê, otário? Balanço-me querendo terminar esta sessão, descarrego [COM TODAS AS FORÇAS] o glutão que há em mim.
- Não adianta querer ter um significado, artista.
Ouço de longe vozes, que de tão distantes, parecem reais. Aquela realidade que se pode dividir-se em várias, umas que se misturam a sonhos, outras que são feitas de tinta e papel, mesmo que só imaginadas são muitas as minhas realidades. E quando de tão longe ouço aquela voz dizer-me: enfurece-me! Derruba-me... Suga-me para o meu próprio eu, no infinito perdido do sentido.
- Não há análise para o seu caso, mulher.
(Ao fundo: PERDIDA, PERDIda, PERdida, perdida. Cantada de forma cadenciada, mais alto alto até o som não se sentir).
- Não há palavra que te defina, criatura.
Sorrio para não confundir mais e lembro. Mas que porra é essa?! Saio para nunca mais sair de mim, pelo contrário sou o que faz de mim pleno: a natureza. O ser e o existir são um só convite.
- Não adianta querer sair, fudida.
O breu e o fundo. Quem lê se sente o quê, otário? Balanço-me querendo terminar esta sessão, descarrego [COM TODAS AS FORÇAS] o glutão que há em mim.
- Não adianta querer ter um significado, artista.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Resenha Fundamentação 2010 – 1. Estudos do Espaço. Franz Manata
Parte II – O exercício experimental da liberdade.
A apresentação do trabalho se baseia, nos próprios pensamentos do Hélio Oiticica. Na primeira frase do texto já se define toda a nossa proposta: "impossibilidade de experiências em galerias e museus", ou seja, o nosso seminário não poderia ficar somente numa apresentação entre quatro paredes, fechada e com slides. É contingente a experiência na rua com parangolés para que se sinta o que se sente quando se fala de Hélio Oiticica. Toda a experiência que as seis pessoas do grupo guardaram para si vai valer tão somente para a apresentação quanto para a vida toda e é nisso que o Hélio acreditava, que quando se sente arte, se sente vida, não só pra uma propaganda ou um consumo fetichista e sim um sentir, uma memória viva (quase em carne viva) da arte, as duas se misturam: "uma frase de Fernando Pessoa: tudo o que em mim sente, é pensamento".
Estes pensamentos consistiam em fazer de suas obras de arte vivências, experiências com um público livre de julgamento ou um julgamento livre de conceitos pré-fabricados. Junto a isso uma necessidade de sua época era formar uma cultura essencialmente brasileira, com os elementos marcantes da cultura popular, por exemplo, a Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira: "a Mangueira era uma experiência subjetiva de libertação dos complexos da classe média e do intelectualismo excessivo, uma sensação de exaltação..." Impressiona muito a Helio o fato das classes mais pobres serem tão ricas de serenidade cultural, sem o apelo do estrangeiro nem o excesso de informação. O intuito de trabalhar com artigos tipicamente brasileiros, a dizer papagaios, chita, pedras brasileiras, etc, seria também fazer uma crítica social do que se vivia a ditadura, repressão e a falta de atenção as classes mais pobres, e não tornar os elementos artigos de luxo ou artigos de um estereótipo do que seria o Brasil. O propósito da Arte em Hélio Oiticica é fazer do mundo o seu palco.
É samba, puro e simplesmente, depois ele vai sentir o mesmo pelo já iniciado rock'n'roll quando ele mora em Nova York.Tanto é que depois o próprio Hélio vai escrever um texto chamado Tropicália, do qual o assunto vem a tratar sobre a comercialização dos "elementos brasileiros" e não levando a questão no seu cerne: "ele condenava a folclorização, a redução da 'raiz Brasil' a certas imagens brasileiras".
Que cada pessoa possa construir ela mesma o seu parangolé e que dance e que critique o que lhe machuque como injusto. Não somente padronizar em figuras comercializáveis e tampouco prender a memória de experimentação num museu.
Por isso o grupo sentir e se divertir fazendo parangolé.
Por mais que divagamos e conceituamos o trabalho de Hélio Oiticica, só se é sentido quando você o experimenta na sua mais profunda realidade, quando você veste e quando você dança, ou seja, quando você vivencia. Há uma incorporação, um mergulho corpo-obra, que o expectador se torna a própria obra: "não se trata assim o corpo como suporte da obra, pelo contrário é a total incorporação, é a incorporação do corpo na obra e a obra no corpo." Quando se sente um parangolé, você não mais esta ali para dizer que a Arte é luxo de poucos. A possibilidade de fazer do próprio corpo juntos a uns tecidos coloridos, mais o riso e a dança, ingredientes simples e tão livres de sentir a ponto de causar uma subjetividade diferente a cada um são fundamentais para o parangolé o riso, a dança, o colorido, o livrar-se de receios alheios.
Tem que cantar.
Hélio nos faz sentir suor, músculo além do pensar do deduzir do conceituar, é sentir feito sonho.
É sentir feito carne da qual somos feitas.
Dizem que é um mistério saber onde acaba o físico e começa o pensamento, onde se encontra o neurotransmissor e a sensação, por exemplo, de felicidade, quase que como um abismo, meu chute é que na hora do gozo, quando junto a uma carne você tem uma sensação de prazer imenso, esse abismo se encontra e é na obra do Hélio Oiticica que vamos sentir esse gozo e esse abismo tão próximos: é bem onde há o encontro entre o biológico e o psicológico, não diria corpo e alma, mas diria suor e prazer, elementos que estão juntos e separados pelo o que acontece de forma introspectiva e o que acontece sensorialmente. É nesse ponto que o parangolé une.
Corpo suor mente prazer.
Texto escrito ao som de: Air, Cidadão Instigado, The Doors e Fellini.
A apresentação do trabalho se baseia, nos próprios pensamentos do Hélio Oiticica. Na primeira frase do texto já se define toda a nossa proposta: "impossibilidade de experiências em galerias e museus", ou seja, o nosso seminário não poderia ficar somente numa apresentação entre quatro paredes, fechada e com slides. É contingente a experiência na rua com parangolés para que se sinta o que se sente quando se fala de Hélio Oiticica. Toda a experiência que as seis pessoas do grupo guardaram para si vai valer tão somente para a apresentação quanto para a vida toda e é nisso que o Hélio acreditava, que quando se sente arte, se sente vida, não só pra uma propaganda ou um consumo fetichista e sim um sentir, uma memória viva (quase em carne viva) da arte, as duas se misturam: "uma frase de Fernando Pessoa: tudo o que em mim sente, é pensamento".
Estes pensamentos consistiam em fazer de suas obras de arte vivências, experiências com um público livre de julgamento ou um julgamento livre de conceitos pré-fabricados. Junto a isso uma necessidade de sua época era formar uma cultura essencialmente brasileira, com os elementos marcantes da cultura popular, por exemplo, a Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira: "a Mangueira era uma experiência subjetiva de libertação dos complexos da classe média e do intelectualismo excessivo, uma sensação de exaltação..." Impressiona muito a Helio o fato das classes mais pobres serem tão ricas de serenidade cultural, sem o apelo do estrangeiro nem o excesso de informação. O intuito de trabalhar com artigos tipicamente brasileiros, a dizer papagaios, chita, pedras brasileiras, etc, seria também fazer uma crítica social do que se vivia a ditadura, repressão e a falta de atenção as classes mais pobres, e não tornar os elementos artigos de luxo ou artigos de um estereótipo do que seria o Brasil. O propósito da Arte em Hélio Oiticica é fazer do mundo o seu palco.
É samba, puro e simplesmente, depois ele vai sentir o mesmo pelo já iniciado rock'n'roll quando ele mora em Nova York.Tanto é que depois o próprio Hélio vai escrever um texto chamado Tropicália, do qual o assunto vem a tratar sobre a comercialização dos "elementos brasileiros" e não levando a questão no seu cerne: "ele condenava a folclorização, a redução da 'raiz Brasil' a certas imagens brasileiras".
Que cada pessoa possa construir ela mesma o seu parangolé e que dance e que critique o que lhe machuque como injusto. Não somente padronizar em figuras comercializáveis e tampouco prender a memória de experimentação num museu.
Por isso o grupo sentir e se divertir fazendo parangolé.
Por mais que divagamos e conceituamos o trabalho de Hélio Oiticica, só se é sentido quando você o experimenta na sua mais profunda realidade, quando você veste e quando você dança, ou seja, quando você vivencia. Há uma incorporação, um mergulho corpo-obra, que o expectador se torna a própria obra: "não se trata assim o corpo como suporte da obra, pelo contrário é a total incorporação, é a incorporação do corpo na obra e a obra no corpo." Quando se sente um parangolé, você não mais esta ali para dizer que a Arte é luxo de poucos. A possibilidade de fazer do próprio corpo juntos a uns tecidos coloridos, mais o riso e a dança, ingredientes simples e tão livres de sentir a ponto de causar uma subjetividade diferente a cada um são fundamentais para o parangolé o riso, a dança, o colorido, o livrar-se de receios alheios.
Tem que cantar.
Hélio nos faz sentir suor, músculo além do pensar do deduzir do conceituar, é sentir feito sonho.
É sentir feito carne da qual somos feitas.
Dizem que é um mistério saber onde acaba o físico e começa o pensamento, onde se encontra o neurotransmissor e a sensação, por exemplo, de felicidade, quase que como um abismo, meu chute é que na hora do gozo, quando junto a uma carne você tem uma sensação de prazer imenso, esse abismo se encontra e é na obra do Hélio Oiticica que vamos sentir esse gozo e esse abismo tão próximos: é bem onde há o encontro entre o biológico e o psicológico, não diria corpo e alma, mas diria suor e prazer, elementos que estão juntos e separados pelo o que acontece de forma introspectiva e o que acontece sensorialmente. É nesse ponto que o parangolé une.
Corpo suor mente prazer.
Texto escrito ao som de: Air, Cidadão Instigado, The Doors e Fellini.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Resenha
Fundamentação 2010 – 1. Estudos do Espaço. Franz Manata
Raísa Inocencio
Parte I – ESQUEMA GERAL DA NOVA OBJETIVIDADE
Começo o texto apontando algumas dúvidas sobre o que e como o Hélio quer se mostrar dentro da busca e dos conceitos assim criados com o resultado do, como ele próprio aponta, encontro entre ele, Gullar, Lygia Clark, etc. Nesse encontro surgiu desejos, anseios e reflexos de uma época de não mais se deixar levar por “ismos”, não ter como fonte de inspiração uma corrente que literalmente acorrenta.
O fato de no Brasil os “ismos” sempre terem influência de fora, surgiu também à chamada Antropofagia:
“(...) somos um povo à procura de uma caracterização cultural; no que nos diferenciamos do europeu com seu peso cultural milenar e o americano do norte com suas solicitações superprodutivas. (...) A antropofagia seria a nossa defesa que possuímos contra tal domínio exterior.”
Citando Hélio: “objetivar um estado criador geral, a que se chamaria vanguarda brasileira, uma solidificação cultural (mesmo que para isto sejam usados métodos especificamente anti-culturais).” O que ele quis dizer com “métodos anti-culturais”?
Esses métodos podem ser a obsessão que se cria através das gerações em não se abrir para o estrangeiro, não importa qual, como influência criativa? Veja o caso do samba no Rio de Janeiro, o próprio público não admite uma mudança, como não admitiram Astor Piazzolla – com o seu tango em estilo único – na Argentina no início da carreira.
O perigo do estagnar.
O Hélio Oiticica ao escrever sobre a necessidade de criar uma nova antropofagia se mostra claro no processo criativo do “parangolé”. Porque o “parangolé” veio do impulso do querer-dançar, querer-envolver “dialética-social e poética”, querer-mito, ou seja, o quadro sai da parede e envolve quem quiser. Quando a vontade de tirar o objeto do quadro se assemelha a escancarar os problemas ético-sociais.
Tira-se o quadro da parede e envolve, a quem quiser, fora do espaço delimitado. No período que surgiu o movimento era bem claro esse desejo de sair para outros espaços, os escritos de Foucault sobre educação, sexualidade e loucura, conseqüentemente, a luta anti-manicomial, a própria revolução sexual, todo esse conjunto de fatores provocou um verdadeiro turbilhão de vulcões. Não é de se estranhar que junto surgiu a tropicália, a bossa nova...
Um ponto que chamou a atenção foi o fato do Hélio incentivar o aparecimento de novos artistas e de novos públicos. A utilização do próprio corpo para a própria arte e busca. Sair do Leblon sem direção, sem pedantismo, sem elite e sim um só:
“(...) visa dar oportunidade para que apareçam estes jovens, para que se manifestem inclusive as experiências coletivas anônimas que interessam ao processo (experiências que determinaram inclusive a minha formulação do Parangolé).”
Essa visão abre portas às maiores percepções de corpo-obra-artista. Permite-se o protesto, a arte não mais uma pura construção estética e sim uma construção ética, política e social. “O que Gullar chama de participação é no fundo essa necessidade de uma participação total do poeta, do artista, do intelectual em geral, nos acontecimentos e nos problemas do mundo.” Do caralho!
É fato que do texto surgem dúvidas aliadas às dúvidas atuais: como fazer obras em série no coletivo, principalmente, nos happenings? Quantos não vão se utilizar de discursos pré-fabricados para vender? Como sair disso? Como viver?
Termino com uma última citação e quem sabe uma resposta.
“DA ADVERSIDADE VIVEMOS!”
Fundamentação 2010 – 1. Estudos do Espaço. Franz Manata
Raísa Inocencio
Parte I – ESQUEMA GERAL DA NOVA OBJETIVIDADE
Começo o texto apontando algumas dúvidas sobre o que e como o Hélio quer se mostrar dentro da busca e dos conceitos assim criados com o resultado do, como ele próprio aponta, encontro entre ele, Gullar, Lygia Clark, etc. Nesse encontro surgiu desejos, anseios e reflexos de uma época de não mais se deixar levar por “ismos”, não ter como fonte de inspiração uma corrente que literalmente acorrenta.
O fato de no Brasil os “ismos” sempre terem influência de fora, surgiu também à chamada Antropofagia:
“(...) somos um povo à procura de uma caracterização cultural; no que nos diferenciamos do europeu com seu peso cultural milenar e o americano do norte com suas solicitações superprodutivas. (...) A antropofagia seria a nossa defesa que possuímos contra tal domínio exterior.”
Citando Hélio: “objetivar um estado criador geral, a que se chamaria vanguarda brasileira, uma solidificação cultural (mesmo que para isto sejam usados métodos especificamente anti-culturais).” O que ele quis dizer com “métodos anti-culturais”?
Esses métodos podem ser a obsessão que se cria através das gerações em não se abrir para o estrangeiro, não importa qual, como influência criativa? Veja o caso do samba no Rio de Janeiro, o próprio público não admite uma mudança, como não admitiram Astor Piazzolla – com o seu tango em estilo único – na Argentina no início da carreira.
O perigo do estagnar.
O Hélio Oiticica ao escrever sobre a necessidade de criar uma nova antropofagia se mostra claro no processo criativo do “parangolé”. Porque o “parangolé” veio do impulso do querer-dançar, querer-envolver “dialética-social e poética”, querer-mito, ou seja, o quadro sai da parede e envolve quem quiser. Quando a vontade de tirar o objeto do quadro se assemelha a escancarar os problemas ético-sociais.
Tira-se o quadro da parede e envolve, a quem quiser, fora do espaço delimitado. No período que surgiu o movimento era bem claro esse desejo de sair para outros espaços, os escritos de Foucault sobre educação, sexualidade e loucura, conseqüentemente, a luta anti-manicomial, a própria revolução sexual, todo esse conjunto de fatores provocou um verdadeiro turbilhão de vulcões. Não é de se estranhar que junto surgiu a tropicália, a bossa nova...
Um ponto que chamou a atenção foi o fato do Hélio incentivar o aparecimento de novos artistas e de novos públicos. A utilização do próprio corpo para a própria arte e busca. Sair do Leblon sem direção, sem pedantismo, sem elite e sim um só:
“(...) visa dar oportunidade para que apareçam estes jovens, para que se manifestem inclusive as experiências coletivas anônimas que interessam ao processo (experiências que determinaram inclusive a minha formulação do Parangolé).”
Essa visão abre portas às maiores percepções de corpo-obra-artista. Permite-se o protesto, a arte não mais uma pura construção estética e sim uma construção ética, política e social. “O que Gullar chama de participação é no fundo essa necessidade de uma participação total do poeta, do artista, do intelectual em geral, nos acontecimentos e nos problemas do mundo.” Do caralho!
É fato que do texto surgem dúvidas aliadas às dúvidas atuais: como fazer obras em série no coletivo, principalmente, nos happenings? Quantos não vão se utilizar de discursos pré-fabricados para vender? Como sair disso? Como viver?
Termino com uma última citação e quem sabe uma resposta.
“DA ADVERSIDADE VIVEMOS!”
sexta-feira, 21 de maio de 2010
*** Chamada finalizada ***
[19:12:26] *** Chamada para Leo Alves Vieira ***
[19:31:59] Leo Alves Vieira: Eu te Amo
[19:32:07] Leo Alves Vieira: ai... foi antes
[19:32:25] Leo Alves Vieira: vai inteira agora (to fazendo)
[19:44:06] Leo Alves Vieira: Eu te Amo
Minha Linda, sinto saudade dos seus peitos
Eu te Amo também
Minha Linda reclama do também porque vem depois
Eu te Amo porque não escrevo bem
Por não fazê-lo temo que você fique com outro que tem mais jeito
Eu te amo linda-delícia
Na procura de outra frase para nós
Uso o clichê porque sem um não passamos sem
Embora queira passar tudo na nossa carícia
[19:12:26] *** Chamada para Leo Alves Vieira ***
[19:31:59] Leo Alves Vieira: Eu te Amo
[19:32:07] Leo Alves Vieira: ai... foi antes
[19:32:25] Leo Alves Vieira: vai inteira agora (to fazendo)
[19:44:06] Leo Alves Vieira: Eu te Amo
Minha Linda, sinto saudade dos seus peitos
Eu te Amo também
Minha Linda reclama do também porque vem depois
Eu te Amo porque não escrevo bem
Por não fazê-lo temo que você fique com outro que tem mais jeito
Eu te amo linda-delícia
Na procura de outra frase para nós
Uso o clichê porque sem um não passamos sem
Embora queira passar tudo na nossa carícia
sábado, 8 de maio de 2010
céu de suely
um paraguaio. uma madrugada. um delírio. um só.
um suspiro, fazia dez anos que a senhora não dava em cima de uma figura. e quando foi dar em cima - num botequim fulero - o paraguaio hablou: "non rola." ela saiu endiabrada, pronta a dançar o forró do zezo com qualquer um, até com O! bicheiro do beco da poeira. e num é que depois de ter ido dançar no forró, lhe aparece o paraguaio todo sorriso, dizendo que queria se aprochegar, foi impinando um pouquinho na cintura e ela percebeu o causo; era do tipo meio famosinho, com as corrente de ouro. se fazia de díficil pra poder escolher seu gado. deve de ter levado um fora.
por dentro da cachaça as coisa foram se definindo por olhar e por cheiro. depois com o tempo o cheiro se esvai e com certeza o que mais sente falta daquela noite é o cheiro, o cheiro do banheiro cheio de xixi e merda e ela toda inclinada, quase de cócoras, chupando, aquele pau de operário. não tinham tempo e depois longo a longo foram as punhetas e os desejos pelo ralo do tempo. sim, continuaram as punhetas pensando naquela meia-hora onde se tocaram, se chuparam no pescoço, na virilha e nos bagos em comum. onde se sentiram mais do que animais, se sentiram selvagens guiados por Deus.
o momento então era falado em duas línguas: aquele castellano guarany que se dizia inconhecível, iludido e ilusor. e aquela cearense perdida entre o hot e o quente de Iguatu.
Em Iguatu as mulheres tem um céu com o seu próprio nome. Suely. E sim elas gostam de fugir.
Como o paraguaio que se demora na conquista.
e como tudo que se cheira que se é fugaz no vento. se perpassa.
um suspiro, fazia dez anos que a senhora não dava em cima de uma figura. e quando foi dar em cima - num botequim fulero - o paraguaio hablou: "non rola." ela saiu endiabrada, pronta a dançar o forró do zezo com qualquer um, até com O! bicheiro do beco da poeira. e num é que depois de ter ido dançar no forró, lhe aparece o paraguaio todo sorriso, dizendo que queria se aprochegar, foi impinando um pouquinho na cintura e ela percebeu o causo; era do tipo meio famosinho, com as corrente de ouro. se fazia de díficil pra poder escolher seu gado. deve de ter levado um fora.
por dentro da cachaça as coisa foram se definindo por olhar e por cheiro. depois com o tempo o cheiro se esvai e com certeza o que mais sente falta daquela noite é o cheiro, o cheiro do banheiro cheio de xixi e merda e ela toda inclinada, quase de cócoras, chupando, aquele pau de operário. não tinham tempo e depois longo a longo foram as punhetas e os desejos pelo ralo do tempo. sim, continuaram as punhetas pensando naquela meia-hora onde se tocaram, se chuparam no pescoço, na virilha e nos bagos em comum. onde se sentiram mais do que animais, se sentiram selvagens guiados por Deus.
o momento então era falado em duas línguas: aquele castellano guarany que se dizia inconhecível, iludido e ilusor. e aquela cearense perdida entre o hot e o quente de Iguatu.
Em Iguatu as mulheres tem um céu com o seu próprio nome. Suely. E sim elas gostam de fugir.
Como o paraguaio que se demora na conquista.
e como tudo que se cheira que se é fugaz no vento. se perpassa.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Mulher grávida
A mulher grávida que não tinha prazer nenhum, eram tempos morgados, sem ação e o que dizer reação. A única diferença era a barriga que inchava feito jaca.
Auxílio maternidade a permitia ver tv e se encher de junkie food, mas de ruim não engordava. Sempre que podia (sei, não poderia, mas quem tá aí? Quando só existe eu e aí?) fumava um soltinho, bebia cervejinha e vinho. Tudo sozinha. Depois que engravidara não via mais sentido em sair ou em chamar os amigos. Só que amigo que é amigo chega sem ser chamado e telefona sem ter chamada. E por rolês acabava por encontrar fulanos e fulanas. Mesmo sem ação. Mesmo sem reação.
Lá pelo quinto mês soltou-se a rir e a chorar da vida que ali vivia. A chorar porque não queria que seu bebê a visse como dependente de companhia e a rir porque só tinha mais liberdade e autonomia.
E quando chorava acabava saindo pra ver se a lua brilha mais na rua Augusta. E de fulano apresentaram sicrano.
TOTALMENTE DIFERENTE.
Vai se falando, se falando, informação sincronizando, se olha e vê...
…
E no entardecer da Lua quase dormia, relampejava nas pálpebras a sentença : “não é sonho, fique acordada, pra não ser sonho”. A sensação era sonho, mas seus olhos empiricamente falavam:
“seus pêlos quando lançados à proa da boa boca, provam ondas de saliva, surf de língua e afogamento de música, sopra lábios assoviando
trilhas (sonoras) de mordidas escalpeladas de estrelas”.
Ia e pedia por sexo, mas de uma voz abaixo dos joelhos saía: “não terminei”.
E dedo passeando na praia da buceta, tomando sol de útero e mergulhando nos recifes de maré cheia de virilhas e pêlos saltitantes.
O buxo de cinco meses não atrapalharia o sexo, foi o porre mermo.
Antes de amanhecer o sicrano foi-se, mas deixou um sorriso que durou a gestação não mais sozinha nem solitária. Irrompia sol, ibira puera, chá de baby, esperanças e o que faltava mesmo era gozar a vida!
A mulher grávida que não tinha prazer nenhum, eram tempos morgados, sem ação e o que dizer reação. A única diferença era a barriga que inchava feito jaca.
Auxílio maternidade a permitia ver tv e se encher de junkie food, mas de ruim não engordava. Sempre que podia (sei, não poderia, mas quem tá aí? Quando só existe eu e aí?) fumava um soltinho, bebia cervejinha e vinho. Tudo sozinha. Depois que engravidara não via mais sentido em sair ou em chamar os amigos. Só que amigo que é amigo chega sem ser chamado e telefona sem ter chamada. E por rolês acabava por encontrar fulanos e fulanas. Mesmo sem ação. Mesmo sem reação.
Lá pelo quinto mês soltou-se a rir e a chorar da vida que ali vivia. A chorar porque não queria que seu bebê a visse como dependente de companhia e a rir porque só tinha mais liberdade e autonomia.
E quando chorava acabava saindo pra ver se a lua brilha mais na rua Augusta. E de fulano apresentaram sicrano.
TOTALMENTE DIFERENTE.
Vai se falando, se falando, informação sincronizando, se olha e vê...
…
E no entardecer da Lua quase dormia, relampejava nas pálpebras a sentença : “não é sonho, fique acordada, pra não ser sonho”. A sensação era sonho, mas seus olhos empiricamente falavam:
“seus pêlos quando lançados à proa da boa boca, provam ondas de saliva, surf de língua e afogamento de música, sopra lábios assoviando
trilhas (sonoras) de mordidas escalpeladas de estrelas”.
Ia e pedia por sexo, mas de uma voz abaixo dos joelhos saía: “não terminei”.
E dedo passeando na praia da buceta, tomando sol de útero e mergulhando nos recifes de maré cheia de virilhas e pêlos saltitantes.
O buxo de cinco meses não atrapalharia o sexo, foi o porre mermo.
Antes de amanhecer o sicrano foi-se, mas deixou um sorriso que durou a gestação não mais sozinha nem solitária. Irrompia sol, ibira puera, chá de baby, esperanças e o que faltava mesmo era gozar a vida!
sábado, 27 de fevereiro de 2010
21 de dezembro de 2012
O medo e a preguiça de não querer viver mais. Aliás querer o caos e o fim declarado do mundo, tolice pra uns e medo pra outros, pra mim é mais um motivo de fuga. fuga.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
_I_
tudo o que eu acreditei quando um dia eu não tinha amigos é que bastava conhecer um pouco de cinema, literatura, um pouco de amor a aventura e sedução pelo perigo, clichê do jovem rebelde desvirtuado, do alto das minhas companias, nas quais sempre eram personagens delineados por borges, kerouacs, estrelas que falavam sozinha... sempre vi a perfeita comunhao entre amigos e liberdade. Os anos passam, o adolescente peter pan continua em voce e se sente o tal por isso. amamos nossos pais e amamos que eles flertem pagando essa desventura. o caso é que comigo casei com a liberdade, por tudo e por todos que amo. sempre acreditei que o mais importante é crer no seu ego como máquina de mudança - injustiças, segregações, merdas e afins - e quando o tempo passa vc percebe que tá na mais comum das panelinhas, pior, nas panelinhas do discurso libertário, do discurso panfleto de ordem que todos possam aproveitar a putaria e ainda fazer algo pela revolução. nunca fui de hastear a bandeira da revolução, sempre hasteei outra coisa: e nao era só e somente só pintos e sim hasteei e hasteio prazer convicto de liberdade. por mais simples e besta que possa parecer quando escrevo estou livre das tais panelinhas preconceituosas e estou convicta que meus erros são mais overdoses do que ideologias. por que tanto egoísmo então? porque quando escrevo escrevo partindo do meu ponto de vista e este todos os dias tento faze-lo de forma que provoque a tal sedução. o que sinto é uma grande epidemia de euforia, epidemia de depressão, nós os jovens não temos mais em que crer, em que acreditar, acreditamos nas drogas como forma de rebeldia, foda-se as drogas, a rebeldia tá nas pessoas! nos atos. é uma pena que eu me sinta tão desiludida. é meio desperançoso pensar que é melhor viver na euforia, nossa, veja como tudo é eufórico hoje em dia. as propagandas, os romances, as tristezas, a gozada, a queda é grande meu chapa. e quando se ve que seu emprego não é essas coisas, a namorada é mais uma bonequinha, a casa então, MAS mesmo assim continua ai fazendo o seu proprio marketing. e a minha euforia é a euforia de se fazer convicto o ato de liberdade. MAS há o medo e outras mil conclusões antropológicas. O rapaz que no amigo secreto cuspiu a cara da criança de rua que só queria abrir a embalagem não sabe o quanto ele influenciou nisto aqui, mas vejamos bem: o que nós sabemos sobre nós mesmos? o que nós fazemos pra nos conhecer? e pra saber que continuamos nesta mesma panelinha chamada interesse. o mundo explode. o samba continua no ar. percebo que hoje tenho amigos não por gostos pessoais, mas por amor, por liberdade, termos que nao precisamos conceituar e peço, que simplesmente, o vivamos.
texto que adveio após sair numa noite em Fortaleza. O grande forte dos velhos conceitos.
texto que adveio após sair numa noite em Fortaleza. O grande forte dos velhos conceitos.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Bauru, doze de novembro de 2009.
Agora sinto duas saudades, a saudade irremediável e a que consola, a saudade que eu sei que é longe, longíqua (aproximadamente 3.000 km) e a saudade que eu sei que irá sorrir até cinzas daqui a dois dias. São duas saudades, como duas cidades que se amam e se odeiam. E vou juntá-las e vou faze-las rir como quem é um bom comediante. Explique o bom.
Ando fazendo o que os bons solitários fazem (bons??? conceitue...): pensando em sexo o tempo todo, perdendo o onibus por causa disso, bebendo, não muito nem pouco, cidade sozinha e estranha. Conversando pra não deixar de ser humana, mas ao mesmo tempo presa no pensamento, reflexão da memória, da saudade e, principalmente, da necessidade.
Fico pensando em outras pessoas sim. Mas mas...
Penso muito no Rio e em Fortaleza, mas que me perdoem as praias, São Paulo é e continua sendo aquilo tudo!
"Julgam-se livres e nunca alguém será livre enquanto houver flagelos". Albert Camus A peste.
ah sim sim, acho que ainda sei como é, essa tal coisa de se é livre é responsavel pelo mundo...
realmente senti um aperto de saudade na rua Augusta.
Agora sinto duas saudades, a saudade irremediável e a que consola, a saudade que eu sei que é longe, longíqua (aproximadamente 3.000 km) e a saudade que eu sei que irá sorrir até cinzas daqui a dois dias. São duas saudades, como duas cidades que se amam e se odeiam. E vou juntá-las e vou faze-las rir como quem é um bom comediante. Explique o bom.
Ando fazendo o que os bons solitários fazem (bons??? conceitue...): pensando em sexo o tempo todo, perdendo o onibus por causa disso, bebendo, não muito nem pouco, cidade sozinha e estranha. Conversando pra não deixar de ser humana, mas ao mesmo tempo presa no pensamento, reflexão da memória, da saudade e, principalmente, da necessidade.
Fico pensando em outras pessoas sim. Mas mas...
Penso muito no Rio e em Fortaleza, mas que me perdoem as praias, São Paulo é e continua sendo aquilo tudo!
"Julgam-se livres e nunca alguém será livre enquanto houver flagelos". Albert Camus A peste.
ah sim sim, acho que ainda sei como é, essa tal coisa de se é livre é responsavel pelo mundo...
realmente senti um aperto de saudade na rua Augusta.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
O cão que nos abandona.
raíusa. diz:
porra
chama ela pra um cinema
ou algo tipo "romantico"
Mr. Grieves diz:
haeuhaiheuiha]
to liso
raíusa. diz:
se bem que a minha ultima saida romantica com o leo foi a parada gay de niteroi
eeauahuahauhauhauahuaha
Mr. Grieves diz:
raísa,. minha idéia de romantismo tá em assistir um filme no meu quarto
raíusa. diz:
entao
Mr. Grieves diz:
ehuaheuihiuaheuihiauheuihiauhea
raíusa. diz:
quer melhor do que isso
Mr. Grieves diz:
pois é
tenho que limpar meu quarto
ehuaheuihaiuhea
raíusa. diz:
hahahaha
acho que no fundo nos tornamos romanticos e preocupados
por causa do medo de ficar sozinho
e por isso que a gente aceita um monte de merda vindo de outras pessoas.
Mr. Grieves diz:
ééé
há de se sentir bem sozinho e sozinho
msn é arte.
porra
chama ela pra um cinema
ou algo tipo "romantico"
Mr. Grieves diz:
haeuhaiheuiha]
to liso
raíusa. diz:
se bem que a minha ultima saida romantica com o leo foi a parada gay de niteroi
eeauahuahauhauhauahuaha
Mr. Grieves diz:
raísa,. minha idéia de romantismo tá em assistir um filme no meu quarto
raíusa. diz:
entao
Mr. Grieves diz:
ehuaheuihiuaheuihiauheuihiauhea
raíusa. diz:
quer melhor do que isso
Mr. Grieves diz:
pois é
tenho que limpar meu quarto
ehuaheuihaiuhea
raíusa. diz:
hahahaha
acho que no fundo nos tornamos romanticos e preocupados
por causa do medo de ficar sozinho
e por isso que a gente aceita um monte de merda vindo de outras pessoas.
Mr. Grieves diz:
ééé
há de se sentir bem sozinho e sozinho
msn é arte.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
velvet-me
É tranquilo pensar que apesar de ser sem-teto, eu tenho compreensão.
Apesar dos amores desperdiçados, temos amigos e camareiros.
Somos um só delírio.
velvet-me.
Sou artista, circense e feliz.
E sou vc
minha felicidade
Leo.
Apesar dos amores desperdiçados, temos amigos e camareiros.
Somos um só delírio.
velvet-me.
Sou artista, circense e feliz.
E sou vc
minha felicidade
Leo.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Diário de bordo
Hoje sorri e chorei o melhor dia do meu trabalho. Eu estou na ilha de Guriri, no espirito santo, de meu deus eu encontrei pessoas pobres e ricas e pobres e sem destino. Chorei ao ver que não mudaria nada, talvez um sorriso no rosto do menino que nao tem fonoaudiologa pra ajudar a ele falar melhor, talvez um sorriso na menina que chupando dedo dá de mamar. As pessoas me olham e dizem: "ela é louca". Não tenho medo das injustiças, só me derruba nao consegui fazer o que minha mae e minha avó dizem sempre: ajude ajude ajude.
Afinal o que é o amor? o que é ajudar a quem passa por fome de sobreviver e de ir atrás, será mesmo que eu tenho que virar as costas assim e chorar chorar a miseria humana.
Hoje tive um dos melhores dias de trabalho, mas como disse a musica do Mano Chao: politica mata, politica mente, politik kills...
ainda agora sinto uma imensa vontade de chorar pela pena de mim mesma por nao conseguir mover um dedo contra a merda da maldade.
políticos que roubam o dinheiro dos remedios, da merenda, do desenvolvimento humano, mereciam sim sofrer kamikase, corte de mão!
e o povo ainda VOTA NO SARNEY!
e a cada dia a Filosofia se distancia do povo...
sartre me ajuda, de onde vc tiver.
sei que de alguma forma sirvo pra fazer da Filosofia que eu aprendo na academia, um pouco pras pessoas que eu encontro e converso e tento ajudar ajudar, dando carinho e compreensão.
e tb sei que nao sou che guevara. e por isso choro.
choro lagrimas de amor e bondade pras pessoas que nao sabem e nasceram sem saber o que é isso.
choro lagrimas de esperança e fé nas pessoas que irão nascer vindo dos não-nascidos.
choro lagrimas de desprezo pra quem é egoista e que se foda se vc tem um armani.
merda.
é isso.
andei de carona num caminhao de vinho e vi que sou feliz no pouco que faço.´
sol, amor e roça.
Afinal o que é o amor? o que é ajudar a quem passa por fome de sobreviver e de ir atrás, será mesmo que eu tenho que virar as costas assim e chorar chorar a miseria humana.
Hoje tive um dos melhores dias de trabalho, mas como disse a musica do Mano Chao: politica mata, politica mente, politik kills...
ainda agora sinto uma imensa vontade de chorar pela pena de mim mesma por nao conseguir mover um dedo contra a merda da maldade.
políticos que roubam o dinheiro dos remedios, da merenda, do desenvolvimento humano, mereciam sim sofrer kamikase, corte de mão!
e o povo ainda VOTA NO SARNEY!
e a cada dia a Filosofia se distancia do povo...
sartre me ajuda, de onde vc tiver.
sei que de alguma forma sirvo pra fazer da Filosofia que eu aprendo na academia, um pouco pras pessoas que eu encontro e converso e tento ajudar ajudar, dando carinho e compreensão.
e tb sei que nao sou che guevara. e por isso choro.
choro lagrimas de amor e bondade pras pessoas que nao sabem e nasceram sem saber o que é isso.
choro lagrimas de esperança e fé nas pessoas que irão nascer vindo dos não-nascidos.
choro lagrimas de desprezo pra quem é egoista e que se foda se vc tem um armani.
merda.
é isso.
andei de carona num caminhao de vinho e vi que sou feliz no pouco que faço.´
sol, amor e roça.
sábado, 11 de julho de 2009
são seis e vinte da manha. do alto de minha intolerância pra minha propria egotripe. resolvo. pensar pensar nos outros.
o fato é a verdade bem dizida, na verdade é comida.
A cozer pelo peão.
e nem tudo é putaria.
E se de hora em hora a confusão, nos restabeelece, que nos faça crescer pq de ilusão
não se me faz, se me apetece.
cagada de não querer mais rimar e fazer algo urso...
mas as palavras vem assim, no ritmo de festa.
e no ritmo do arrependimento de que ouviu e de quem falou merda.
vou no aeroporto voar.
e ser voada.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
A longa distância o grito de: "Ação!" me dá um nervosinho gostoso, principalmente quando só é pra dar dois passos dando uma de atriz gostosa.
É bom flertar à la Nelson Rodrigues.
Saber que não vai dar em nada, além de prazer. É bom saber que disso não irá surgir rancor, nem raiva pudica. Ou melhor, esquecemos disso, lembremos que houve épocas memoriais de muita sedução e elegância, nada de pasmice. E sim um O*.
É dançar um bolero e rir.
e depois gritar gritar em terror de sonhos terríveis, e o que é a escrita, nada além de temor?
temor de ser medílcre? melhor medílcre em linhas do que em esquinas?
textos que ninguém possa entender tem mais tendência em vender mais.
é verdade que ando escrevendo contos eróticos por aí... e ainda penso em minhas meninas dançando nuas e se agarrando uma arrancando a pele da outra.
mas por ventura nao é melhor escrever na parede com toda a liberdade do giz de cera do que num teclado imcompreensivel? pra pessoas lerem lerem e modificarem em suas vidas minhas palavras!
Não!
quero tudo pra mim, quero me vender na esquina do Teatro.
beleza.
"amigado de fé, casado é" nelson.
a cada dia mais me pergunto quem eu sou, quem eu vou ser e o que eu vou ser depois de muerta.
e a cada dia eu quero mais fazer o bem pra mim e pra os outros que me convir. que quero tranquilidade até mesmo quando o caos é o que eu considero tranquilo. sabedoria.
é pq eu vi ontem o sentido da vida, monthy piton.
foda.
:*
É bom flertar à la Nelson Rodrigues.
Saber que não vai dar em nada, além de prazer. É bom saber que disso não irá surgir rancor, nem raiva pudica. Ou melhor, esquecemos disso, lembremos que houve épocas memoriais de muita sedução e elegância, nada de pasmice. E sim um O*.
É dançar um bolero e rir.
e depois gritar gritar em terror de sonhos terríveis, e o que é a escrita, nada além de temor?
temor de ser medílcre? melhor medílcre em linhas do que em esquinas?
textos que ninguém possa entender tem mais tendência em vender mais.
é verdade que ando escrevendo contos eróticos por aí... e ainda penso em minhas meninas dançando nuas e se agarrando uma arrancando a pele da outra.
mas por ventura nao é melhor escrever na parede com toda a liberdade do giz de cera do que num teclado imcompreensivel? pra pessoas lerem lerem e modificarem em suas vidas minhas palavras!
Não!
quero tudo pra mim, quero me vender na esquina do Teatro.
beleza.
"amigado de fé, casado é" nelson.
a cada dia mais me pergunto quem eu sou, quem eu vou ser e o que eu vou ser depois de muerta.
e a cada dia eu quero mais fazer o bem pra mim e pra os outros que me convir. que quero tranquilidade até mesmo quando o caos é o que eu considero tranquilo. sabedoria.
é pq eu vi ontem o sentido da vida, monthy piton.
foda.
:*
quinta-feira, 9 de abril de 2009
pô, eu to bem pirada com o melhor peido da cidade! e tipo se for no final do ano e se eu tiver "casada" eu t hospedo. mas se caso se eu tiver "divorciada" eu perdoo os meus enjoos e te hospedo na ksa mais louca do rio, q nao é a minha, mas a da vivi, q nasceu e mora na Lapa,sabe qual é a da Lapa ne? sabe como é to escrevendo pra caralho pq to peidando pra caralho... do melhor... do falotta, pô vem pro rio! vem pro rio q eu t apresento várias suzys, (nao com kung fu, mas com o melhor rock roll yggypop thestooges) espero q esse scrap nao seja "revelador" porque afinal eu to muito doida!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!, e um pouco de bob dylan, e nao esqueça de velvet por mim, por favor nunca esquecça de velvet, caroline!, t apresentarei da "capital cultural do país" sabe como é como peidar peidar aqui nao exite tipo se vc vier quero um E. P . putz como eu vou querer ficar vendo um filme vendo um filme do dario argento - tipo ´r um filmr fr uma mulher q tem um rosto tocão tipo monstro mas tem um corpão tipo nifeta sedutora assassina, ja viu? tipo ela destroi tofos os homens q ela conhece e o engraçado q ela quando conhece os caras ta matando o cara anterior e ai se aproveita da inocencia e nifetagem cu de rola e ai o cara q aproxima sem conhecer nada da indole humana mata o cara q quer matar o monstro bonito contigo e um E. P um E. P pra matar a solidão humana do medo da morte, desculpa o pessimsmo, mas nao é medo é tipo uma inspi-ar-ção... é o falso academico grego q eu aprendi onde o aspira o ar é como (para os gregos há 3.000 anos atras) o inspira o ar era quando a idéia vinha a idéia q mudava, a aideeia que inspira as artes e as filosofias e falsa vida, quem sabe não é a vida que a gente imagina viver? a vida q a gente imagina viver tipo eu e vc falando de andar de moto pelas estradas e tipo quero andar contigo levando um cinema trash pras pessoas góticas (ou estranhas q gostam de um rok estranho) em cidades da roça, e eu sei q eu encontrarei tipo cinema, aspirinas e urubus, só que sem propaganda e só com a verdadeira arte proibida e arte q libera todo o rodo potencial do homem aquele potencial que só libera a loucura o viver sem alimentação a primeira vista pq a arte sempre dá comida e sempre dá o de-com-er em tofos os fentidos! putz viajei com a ideia q vc mêse passou no pequeno scrap (deixei em ingkes em homenagem ao inglês q vc me insinou, nao é a toa q eu resumi no depô com insonia e com drugs espero q nao de problema mas tipo os meus amigos que eu mandei ler o scrap (pq sabe como eu sou mandona como quando eu fico assim de folga... when Im stonEd forbidden things come from our hell) e disseram q ficoU muito bom e se eu nao conseguir postar no blog nao acaba no teu orkut por favor por favor ... tipo salva e me manda por eGmail pq eu realmente to meio doida mas eu ainda to escrevendo certO e me manda aquele conto "sem- titulo" Super beaT-nick-anOs-2000-com-nostalgia-e-tudo-que-cv-conhecer-é-tento dizer q o seu conto é do caralho desculpa dizer assiM dessa forma mas ce sabe ne pô, to escrevendo uMa carta como as da clarisse pro rubem fonsec-a , pua que pariu a lUa ta cheia onde o mar é frIo e eu TenhO q mandar agora a porra Do scrap onde eu tenho maior inspirarrrrrrrrrrrr ação;.... sem Vergonha
beijo e eu te amo da minha e com rock 'n roll
como o meu Casamento sem sexo com o ivo
só aprendo e só lavo sentimentos louças e cuecas mal sujas Como
da cOMida q VC me faz
da sua comida QUero E.p e caRinhO de coLo de AMIGO!
pras outras ficarem a dúvida e ficarem com ciumes afinal como vc gatO, niteli-gente (clever) qu that hates a person who´s a show off clev(R)er e de bom gosto nao é de casar, é de POR Petisco comer comeR comer comer comer comer comer cozinhA pra mim, tipo prato quente Zefiro tEnho que dizeR que sinto sauDaDe AAAAAAAAAAAAA!
vc aprende a lingua de viver vivendo...
vem viver com as pessoas que eu penso que vc vai conversar: tipo uma comissaria de bordo que eu conheci hoje a noite e salvou my night, with things that you no, long night a go a party crazy but arty with talk about music of good of rock with rock realy rock and i have une teacher of anglais that are comissaire of bord de voo, xe rave a 30 ans, and xe nus the best bands of rock, like rolling rolling, tanto é q ela ficou puta pelo show q rolou aqui no rio do pao de açucar pq a area vip tinha só todo mundo da globo!!! elle acheteè comprou um maço de versos da florbela espanca (literalmente versos em canudos perfeitos pra peidar.. puta que pariu...) bruno meu querido amigo de curdo tiempo, queria t apresentar a galera q ta ouvindo the who agora... falando sobre ter filhos, moh papo maluco, passou a inspira, e eu quero voltar pr festa porra!!!!!! nao consigo largar o lap topo tpon tpot top top isso consigo escrever rapido q eu gosto de vc como amigo, detalhe só escrevi rápido o "eu gosto de vc"
fin.
beijo e eu te amo da minha e com rock 'n roll
como o meu Casamento sem sexo com o ivo
só aprendo e só lavo sentimentos louças e cuecas mal sujas Como
da cOMida q VC me faz
da sua comida QUero E.p e caRinhO de coLo de AMIGO!
pras outras ficarem a dúvida e ficarem com ciumes afinal como vc gatO, niteli-gente (clever) qu that hates a person who´s a show off clev(R)er e de bom gosto nao é de casar, é de POR Petisco comer comeR comer comer comer comer comer cozinhA pra mim, tipo prato quente Zefiro tEnho que dizeR que sinto sauDaDe AAAAAAAAAAAAA!
vc aprende a lingua de viver vivendo...
vem viver com as pessoas que eu penso que vc vai conversar: tipo uma comissaria de bordo que eu conheci hoje a noite e salvou my night, with things that you no, long night a go a party crazy but arty with talk about music of good of rock with rock realy rock and i have une teacher of anglais that are comissaire of bord de voo, xe rave a 30 ans, and xe nus the best bands of rock, like rolling rolling, tanto é q ela ficou puta pelo show q rolou aqui no rio do pao de açucar pq a area vip tinha só todo mundo da globo!!! elle acheteè comprou um maço de versos da florbela espanca (literalmente versos em canudos perfeitos pra peidar.. puta que pariu...) bruno meu querido amigo de curdo tiempo, queria t apresentar a galera q ta ouvindo the who agora... falando sobre ter filhos, moh papo maluco, passou a inspira, e eu quero voltar pr festa porra!!!!!! nao consigo largar o lap topo tpon tpot top top isso consigo escrever rapido q eu gosto de vc como amigo, detalhe só escrevi rápido o "eu gosto de vc"
fin.
sexta-feira, 6 de março de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
quem me conhece que me compre.
como é bom deestruir tudo o que amamos, num ímpeto de raiva, gritamos quebramos e jogamos tudo na parede, na vã esperança de qua algo resolva eu vim pro computador escrever escrever e me deleitar com o medo alheio ou com a confirmação de que não tenho mais o determinado senti(mento)do de amizade.
sempre perco os meus amigos porque eles conhecem a minha índole maldita, meu desejo sagrado de falar e ser falada. sempre sou gongada e sempre serei. porque? todas as vezes me pergunto, enquanto invariavelmente eu tento nao perder mais uma vez a paciencia e quebrar a casa inteira, destruir, queimar: é do caos que as coisas surgem em harmonia.
seja pelo sono malditamente dormido, ou pela raiva contida de estar em silencio, percebo agora o quanto mais livre eu sou quando descarrego a minha raiva em vez de simplesmente engolir ordens e VÁ TOMAR NO SEU CU! sempre tive a habilidosa habilidade de ser só.
seja pela fome reprimida durante toda a minha vida de ter que estar calada, de ter que reprimir o que considero Inteligência, agora nao mais fico, agora uso sim todo o meu vocabulário e todo o meu conhecimento pedante de estar a frente, até parece que ser bissexual é ser a frente, ou o uso de drogas, os surtos de consciencia demais! Nem todos entendem o que é pensar o tempo inteiro ideias que nao queremos ter, mas sabemos que é necessario pra descobrir a dor, a peste.
SIM SOU A PORRA DA PESTE, QUE DESTROI, QUE CAUSA A GRANDE TRANQUILIDADE DO SER HUMANO FAZER TUDOSEM MORAL, SEM E COM DESEJO.
AQUELE CÓDIGO DE ÉTICA QUE MANDA PRO INFERNO AS CONVENÇÕES SOCIAIS.
QUE VÃO TODOS SE FODER!
sim, mais calma agora percebo o quanto sou uma peste e quem chega muito perto de mim é morto por um raio.
se aproximem de mim e por um momento perceberão que eu serei a melhor e a pior coisa da vida de vocês, seus merdas,
é ego? é uno? é surto?
eu sou todos e nao sou nenhum, eu sou tudo e nao sou nada. eu sou quem vc quiser que eu seja. e vc não é nada pra mim. continuo jogando a virgem maria na parede e mandando o meu irmao calar a boca.
continuo sendo a mesma abestada que só recebe ordens. e aquela que acaba cansando as pessoas por tanto falar.
sempre perco os meus amigos porque eles conhecem a minha índole maldita, meu desejo sagrado de falar e ser falada. sempre sou gongada e sempre serei. porque? todas as vezes me pergunto, enquanto invariavelmente eu tento nao perder mais uma vez a paciencia e quebrar a casa inteira, destruir, queimar: é do caos que as coisas surgem em harmonia.
seja pelo sono malditamente dormido, ou pela raiva contida de estar em silencio, percebo agora o quanto mais livre eu sou quando descarrego a minha raiva em vez de simplesmente engolir ordens e VÁ TOMAR NO SEU CU! sempre tive a habilidosa habilidade de ser só.
seja pela fome reprimida durante toda a minha vida de ter que estar calada, de ter que reprimir o que considero Inteligência, agora nao mais fico, agora uso sim todo o meu vocabulário e todo o meu conhecimento pedante de estar a frente, até parece que ser bissexual é ser a frente, ou o uso de drogas, os surtos de consciencia demais! Nem todos entendem o que é pensar o tempo inteiro ideias que nao queremos ter, mas sabemos que é necessario pra descobrir a dor, a peste.
SIM SOU A PORRA DA PESTE, QUE DESTROI, QUE CAUSA A GRANDE TRANQUILIDADE DO SER HUMANO FAZER TUDOSEM MORAL, SEM E COM DESEJO.
AQUELE CÓDIGO DE ÉTICA QUE MANDA PRO INFERNO AS CONVENÇÕES SOCIAIS.
QUE VÃO TODOS SE FODER!
sim, mais calma agora percebo o quanto sou uma peste e quem chega muito perto de mim é morto por um raio.
se aproximem de mim e por um momento perceberão que eu serei a melhor e a pior coisa da vida de vocês, seus merdas,
é ego? é uno? é surto?
eu sou todos e nao sou nenhum, eu sou tudo e nao sou nada. eu sou quem vc quiser que eu seja. e vc não é nada pra mim. continuo jogando a virgem maria na parede e mandando o meu irmao calar a boca.
continuo sendo a mesma abestada que só recebe ordens. e aquela que acaba cansando as pessoas por tanto falar.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Ouvindo Tom Waits 9th & Hennepin and walking spanish
E esse desespero de nervoso mal-resolvido? De grito em surtos de bares que não se tem nada para fazer. Perdizes de carona negadas, e aeh rapaz? Como anda a abstinência? Uma merda essa coisa de noite de abstinência, que merda que necessidade de ter algo inalcansável... Não é de droga que eu to falando, a minha abstinência é de tranquilidade, de idade, quero quero e como quero. O dinheiro trás tranquilidade? Ai que saco, Jennifer, me negaste uma carona assim tão feroz que conduz a deprê-pós-cocacola. Suspiro enfim o primeiro bocejo, ainda anciando por uma aventura na piratologia, pela cura do meu piercing e pelo sangue que não desce. Tranquilidade só quem me traz é o Rafael. Aliás: deixa de ser patética! Eu posso por hoje ser piegas? Aliás nada, se toca mina.
Tentarei.
Tentarei.
domingo, 4 de janeiro de 2009
100 postagens.
Centésima postagem.
Como escrevo uma demonstração de amor e um conto erótico em seguida. Como escrever sem temporalidades que sou a pessoa que mais amou no mundo e mesmo assim nao se sente culpada ao deitar com outros homens?
Juiz viadinho de merda
bandeirinha corno
vão sempre me entender na imensidão dos palavrões
a minha confusão.
o meu entendimento
por vc.
por ninguém.
juiz filho da puta
nao mata angústia
mata a cerveja gelada.
corre que lá vem a pelada.
não é somente bandinhas de 35.000 pessoas
são musicas que eu dancei sozinha
por muito tempo.
e que eu vou dançar quando eu já tiver 20 anos.
é o inicio do 2.0
:8
Como escrevo uma demonstração de amor e um conto erótico em seguida. Como escrever sem temporalidades que sou a pessoa que mais amou no mundo e mesmo assim nao se sente culpada ao deitar com outros homens?
Juiz viadinho de merda
bandeirinha corno
vão sempre me entender na imensidão dos palavrões
a minha confusão.
o meu entendimento
por vc.
por ninguém.
juiz filho da puta
nao mata angústia
mata a cerveja gelada.
corre que lá vem a pelada.
não é somente bandinhas de 35.000 pessoas
são musicas que eu dancei sozinha
por muito tempo.
e que eu vou dançar quando eu já tiver 20 anos.
é o inicio do 2.0
:8
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
sonho de um amigo comigo.
acordei loco...era bem real, eu estava em um tipico hotel fulero, tinha cheiro de sexo em todo lugar, meu quarto era compartilhado com mais algumas pessoas e voce chegava como viajante...mas ja conhecia bem o lugar, tinha muitos conhecidos neste hotel. Chegou e ja foi logo fodendo com uns tres caras que eu nao conhecia, pensei: tudo bem, ela gosta disso (haushaushuahsuahs). Entrei no meu quarto e la estava voce me esperando de camisola, pulou nos meus bracos e ja fiquei de pau duro, mas nesse quarto tinha uma mesa onde outras pessoas cheiravam e voce foi me apresentando, eu nem ligava, so queria te comer. Nao quis cheirar porque queria te comer com todo o meu potencial, parecia que eu nao fodia a meses, tava muito seco... Foi entao que acordei, eu acho, muito do sonho deve ter se perdido...bem, fica a vontade e a homenagem que te fiz hoje (kkkkkkkkkkkk)... agente se bate!
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Sinto a sua solidão e eu tenho pena. Não é apenas o fato de que Camille Claudel ser melhor que Rodin, sim eu preciso sim de alguma coisa que potencialize o meu escrever, mas isso não é necessário, não, no momento não preciso nem de tóxico e nem de afins pra escrever. Eu tenho um pensamento bem definido.
Digamos que todos nós estejamos tendo sonhos esquisitos, sonhos estes que nos façam viver situações do passado, por enquanto só situações do passado, ok? E nestas situações as personagens estão diferentes, p. e., no natal do ano passado sua mãe tava de vermelho e no sonho de agora ela tá de branco... enfim. Pensei em leibniz sim. pensei sim no mundos possíveis. Sonhei que estudava biologia marinha e mergulhava e enfrentava um tubarão.
Tô um pouco triste mais por saudade de Fortamoleza. Gostei de sao paulo, mas enche o saco ter que pensar sempre no que comer - ehhehe - com mamae do meu lado as coisas sao mais fáceis e não só no sentido de comer, e sim tb de :*
o blog nunca me serviu pra criar personagens, mas eu realmente to pensando em seguir o curso dos contos de violência gratuita - dos quais nunca publiquei aqui - e tenho novas ideésss
quero dizer que tive uma paixão em sao paulo, mas eu sou burra. alias eu perdi o telefone dele. ... é, perdi, devo dizer que mesmo que achasse... a casa dele é perto da augusta, mas eu nao lembro como chegar, certas paixões são assim, pra se passar só uma noite.
Peço desculpas ao meu professor por um trabalho de Ética I tão confuso...
Mas quando ando e reflito sobre todos os meus atos e vejo pessoas matando, comendo, vomitando, cometendo atos responsáveis porém não-pensados, que seguem o instinto, o impulso, eu me pergunto: atitude livre é aquela que segue raciocínio ou um puro inspirar? Pois eis que eu venho com uma resposta: como a respiração, que primeiro vem a inpira e depois o expira, o ato livre voluntário deve seguir essa ordem: primeiro o impulso emocional e depois o raciocício ou vice-versa, como o jogador que dribla de propósito e faz o gol na cagada!!! E é goooooooooooooool!
Primeiro o LSD e depois o livro filosófico ou uma pintura ou uma cirurgia. Primeiro o empurrar e depois o cair pro abraço. Primeiro a chuva, depois o Aspirina-C. Primeiro a trepa, depois o pedido de desculpa, enfim... Peço desculpas ao meu professor que admiro tanto (pasmem Emanuel Carneiro Leão).
E então sigo os meus passos mais coordenados, preciso sair daqui e fumar um cigarrinho lá fora. preciso t encontrar b ebendo v inho.
:*
Digamos que todos nós estejamos tendo sonhos esquisitos, sonhos estes que nos façam viver situações do passado, por enquanto só situações do passado, ok? E nestas situações as personagens estão diferentes, p. e., no natal do ano passado sua mãe tava de vermelho e no sonho de agora ela tá de branco... enfim. Pensei em leibniz sim. pensei sim no mundos possíveis. Sonhei que estudava biologia marinha e mergulhava e enfrentava um tubarão.
Tô um pouco triste mais por saudade de Fortamoleza. Gostei de sao paulo, mas enche o saco ter que pensar sempre no que comer - ehhehe - com mamae do meu lado as coisas sao mais fáceis e não só no sentido de comer, e sim tb de :*
o blog nunca me serviu pra criar personagens, mas eu realmente to pensando em seguir o curso dos contos de violência gratuita - dos quais nunca publiquei aqui - e tenho novas ideésss
quero dizer que tive uma paixão em sao paulo, mas eu sou burra. alias eu perdi o telefone dele. ... é, perdi, devo dizer que mesmo que achasse... a casa dele é perto da augusta, mas eu nao lembro como chegar, certas paixões são assim, pra se passar só uma noite.
Peço desculpas ao meu professor por um trabalho de Ética I tão confuso...
Mas quando ando e reflito sobre todos os meus atos e vejo pessoas matando, comendo, vomitando, cometendo atos responsáveis porém não-pensados, que seguem o instinto, o impulso, eu me pergunto: atitude livre é aquela que segue raciocínio ou um puro inspirar? Pois eis que eu venho com uma resposta: como a respiração, que primeiro vem a inpira e depois o expira, o ato livre voluntário deve seguir essa ordem: primeiro o impulso emocional e depois o raciocício ou vice-versa, como o jogador que dribla de propósito e faz o gol na cagada!!! E é goooooooooooooool!
Primeiro o LSD e depois o livro filosófico ou uma pintura ou uma cirurgia. Primeiro o empurrar e depois o cair pro abraço. Primeiro a chuva, depois o Aspirina-C. Primeiro a trepa, depois o pedido de desculpa, enfim... Peço desculpas ao meu professor que admiro tanto (pasmem Emanuel Carneiro Leão).
E então sigo os meus passos mais coordenados, preciso sair daqui e fumar um cigarrinho lá fora. preciso t encontrar b ebendo v inho.
:*
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
não é que eu tenha medo do escuro e nem de cometer erros: mas sonhei que roubava uma amiga, jóias, roupas, enfins tecnológicos e fugia para uma praia deserta.
não é que eu tenha medo de moral e nem de cometer pecados: basta que vc se sinta livre o suficiente para dançar um tango.
não é que eu tenha medo de sao paulo, mas ...
ética is fuck.
não é que eu tenha medo de moral e nem de cometer pecados: basta que vc se sinta livre o suficiente para dançar um tango.
não é que eu tenha medo de sao paulo, mas ...
ética is fuck.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Raísa em fuga.
é provavel que vc nao me responda e por mais que eu queira - não é a toa que eu fugi - não consigo ficar em silencio. devo ser breve pra vc me compreender. te quero pra sempre e não te quero nunca mais. te quero com nutella e nunca te quis como filosofo.
e tudo isso é mentira
e tudo isso é um pedido de desculpas.
eu só queria que vc sentisse por um momento o que é abismo.
e eu nao to feliz com isso.
raísa.
a princípio quis fugir pra relembrar os velhos tempos, de quando eu fugia da casa da minha tia para ir a forros com a minha prima, depois comecei a inventar motivos que me fizesse querer fugir dali, depois a claustrofobia e a ansiedade e depois o medo e depois a vontade de abraçá-lo e depois a recusa deste, depois a raiva e depois o plano, levantei-me devargazinho e peguei minha calça e saí do quarto de calcinha, coloquei minha roupa e o sapato e ainda falei pro porteiro do hotel naoaviseele!, mastemqueavisar!, foda-sedeixepelomenoseuirembora!, e ´por um instante correndo senti imensa liberdade, imensa vontade de gritar para o mundo: eu sou livre, eu sou livre do cara que mais amo na minha vida! sim eu sou livre, peguei um taxi e liguei pro rafael (meu anjo), me recebeu em sua casa e me acolheu como quem sonhava com aquilo, agora me sinto triste com tudo isso e descarrego em letras na vã esperança de que a pessoa leia este post e me perdoe. artaud me salve! o fato d'euviajar a poucos dias tb me faz surtar um pouco. mas eu queria mais dele... e ele nao me deu, e eu fugi como uma covarde, fugi daquilo que mais me fazia feliz e até hoje me faz, mas o que te mais faz feliz entre quatro paredes não te sustenta! Gozei 7 vezes com ele. em poucas horas tive o segundo orgasmo multiplo da minha vida, quase um mito, mas sim existe orgasmo multiplo e eu senti isso ontem e eu fugi dele! fugi porque amo outra pessoa tb!. fugi porque queria liberdade fugi porque cansei de ser escrava fugi porque eu nao sou escrava dele e queria que fosse, fugi porque amo. e agora faço literatura com a esperança de que eu consiga fazer um e-mail, decente... VCS NAO SABEM a vontade que eu sinto de ter ele em meus braços, o quanto me deixa triste a indiferença dele... agora sinto imensa falta dele. é a segunda vez que eu sinto essa saudade escrota. e até hoje não sarei a primeira saudade.
me perdoe. eu fugi porque queria q vc sentisse o abismo, mas eu nao to feliz com isso, me perdoe. eu sinto esse abismo todos os dias quando eu nao estou contigo... o esquecimento é que me auxilia a nao cair deste. e mesmo escrevendo continuo mal.
ok ok eu sou escrota.
e tudo isso é mentira
e tudo isso é um pedido de desculpas.
eu só queria que vc sentisse por um momento o que é abismo.
e eu nao to feliz com isso.
raísa.
a princípio quis fugir pra relembrar os velhos tempos, de quando eu fugia da casa da minha tia para ir a forros com a minha prima, depois comecei a inventar motivos que me fizesse querer fugir dali, depois a claustrofobia e a ansiedade e depois o medo e depois a vontade de abraçá-lo e depois a recusa deste, depois a raiva e depois o plano, levantei-me devargazinho e peguei minha calça e saí do quarto de calcinha, coloquei minha roupa e o sapato e ainda falei pro porteiro do hotel naoaviseele!, mastemqueavisar!, foda-sedeixepelomenoseuirembora!, e ´por um instante correndo senti imensa liberdade, imensa vontade de gritar para o mundo: eu sou livre, eu sou livre do cara que mais amo na minha vida! sim eu sou livre, peguei um taxi e liguei pro rafael (meu anjo), me recebeu em sua casa e me acolheu como quem sonhava com aquilo, agora me sinto triste com tudo isso e descarrego em letras na vã esperança de que a pessoa leia este post e me perdoe. artaud me salve! o fato d'euviajar a poucos dias tb me faz surtar um pouco. mas eu queria mais dele... e ele nao me deu, e eu fugi como uma covarde, fugi daquilo que mais me fazia feliz e até hoje me faz, mas o que te mais faz feliz entre quatro paredes não te sustenta! Gozei 7 vezes com ele. em poucas horas tive o segundo orgasmo multiplo da minha vida, quase um mito, mas sim existe orgasmo multiplo e eu senti isso ontem e eu fugi dele! fugi porque amo outra pessoa tb!. fugi porque queria liberdade fugi porque cansei de ser escrava fugi porque eu nao sou escrava dele e queria que fosse, fugi porque amo. e agora faço literatura com a esperança de que eu consiga fazer um e-mail, decente... VCS NAO SABEM a vontade que eu sinto de ter ele em meus braços, o quanto me deixa triste a indiferença dele... agora sinto imensa falta dele. é a segunda vez que eu sinto essa saudade escrota. e até hoje não sarei a primeira saudade.
me perdoe. eu fugi porque queria q vc sentisse o abismo, mas eu nao to feliz com isso, me perdoe. eu sinto esse abismo todos os dias quando eu nao estou contigo... o esquecimento é que me auxilia a nao cair deste. e mesmo escrevendo continuo mal.
ok ok eu sou escrota.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Conto inacabado
A moça entrou no quarto, seguido de um estremecimento. O seu homem estava pelado, completamente nu e de pau duro. As frases e os pensamentos seguiam-se assim curtos e nervosos. Deixou a bolsa num cantinho daquele conjugado decadentista, onde se encontravam como amantes, solitários e escondidos. O banheiro era todo branco e o quarto era todo amarelo de gordura humana. Beijaram-se longamente, as mãos grandes dele cobriam o rosto pequenino dela. A moça procurava beijar cada pólo da pele, cada buraquinho estava sua língua tentando distinguir o gosto e o cheiro entre o pescoço e a nuca, a virilha e as tais bolas. Sentou em cima dele, ficou mais nervosa, sua barriga gelava de calafrios e suas pernas tremiam que tirava os tacos do chão. Os dois estremeciam. Pequenas francesinhas invadiam as paredes, alimentando-se da gordura humana, das quais ninguém se importava pelo fato de serem muitas - mas muitas mesmo! -, parece que elas mantinham um determinado respeito pelos dois, não invadiam o pequeno espaço de dois corpos transando. Francesinhas subiam pelas paredes não lhe davam asco. Era mais um sexo normal, não fosse pelo fato de dois amantes se encontrarem não ser um fato normal. Porque é Paixão. Uma tal voz poética inspira a eles ao gozo. Como um ritual. Ela se perdia quando ia fazer um boquete, era uma selva de perdição, quando fechava os olhos e deixava se perder pela lentidão dos pelos, via que tinha encontrado sua ilha desconhecida, da qual saliva, mordida rimavam com amor. De repente ela perde as palavras, nao consegue gemer mais o quanto o ama, acha que está perdida, ele o calado, fala, fala que a deseja, que a adora. É mais um casal se encontrando em uma tarde na Av. Presidente Vargas. Com direito a francesinhas subindo as paredes, selva de pau e obsessão por pele.
- Um cigarro por favor.
- Um cigarro por favor.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
é isso aí!
À amada,
centura, que iguala aos deuses,
em meu conceito, desfruta.
quem, junto de ti sentada,
as doces falas te escuta,
goza teu mago sorrir.
quando imagino tal gosto
é minha alma um labirinto;
expira-me a voz nos lábios;
sinto os ouvidos zunir.
gelado suor me inunda;
o corpo se me arrepia;
fogem-me as cores do rosto,
como ao vir da quadra fria
entra a folha a desmaiar.
respiro a custo, e já cuido
que se esvai a doce vida!
arrisquemo-nos a tudo...
contra uma angústia insofrida
tudo se deve tentar.
SAFO
centura, que iguala aos deuses,
em meu conceito, desfruta.
quem, junto de ti sentada,
as doces falas te escuta,
goza teu mago sorrir.
quando imagino tal gosto
é minha alma um labirinto;
expira-me a voz nos lábios;
sinto os ouvidos zunir.
gelado suor me inunda;
o corpo se me arrepia;
fogem-me as cores do rosto,
como ao vir da quadra fria
entra a folha a desmaiar.
respiro a custo, e já cuido
que se esvai a doce vida!
arrisquemo-nos a tudo...
contra uma angústia insofrida
tudo se deve tentar.
SAFO
domingo, 28 de setembro de 2008
O homem de pau mole.
Então... continuando...
O homem pode gozar de pau mole de diversas formas, foi o que descobri após conversar com amigos e etc... (amante sim... ajudou, mas de pau duro, kkk)
então...
´situaões nas quais o homem goza de pau mole:
1) Quando o cara cheira de mais, além da coca ativar o lado tostesterona do cara, a qual a racionalidade vai pr'um caldeirão infernal, que eu bem sei, nao tem viagra q dê jeito... bem é como um amigo meu me disse: "o jeito é bater uma punhetinha, gozar a torto e a direito... MAS." não deixa de ser um gozo racional... apesar de não ter nada de racionalista e puramente empirista... kkk.
Pausa: uma coisa é gozar com porra inclusa outrrrrrra é gozar sem porra. (ou gala). prefiro gala.
2) o homem tá em público, principalmente naquela idade bate-punheta, que a professora de ciencias sociais ou quimica é gostosa pra caralho e vc pede a ela tremendo :"tia, tia, posso ir ao banheiro, to passando mal", e ela mal sabe que vc - garoto de 9 a 15 anos (sim isso acontece nessas idades) - vai no banheiro bater uma punheta gostosa pensando na bundona ou no peitão indecente... Ou no trabalho, escritorio, faculdade, praça publica, qualquer lugar que nao se possa ficar de pau duro... Os que tem pau pequeno podem ver uma vantagem agora.
Uma coisa: gozar de pau mole só resta a punheta mental e física? mesmo fazendo um sexo oral na garota, é meio foda gozar de pau mole, gente... nem.
Não-gozar de Pau duro...
meu predilecto.
1) A camisinha. Por mais que ela seja um mal-necessário, ela tb tem suas vantagens, nas minhas experiências eu vi que o cara nao gozava de jeito nenhum, de uma forma que a camisinha prendia a gala dele,... gente. nem, conto. e tipo nao sei se rola com todo mundo, teria que fazer uma estatistica...
2) Quando se segura um musculo, que é como se fosse o canal que vai levar a gala até o pau,procurem no google, é como se fosse o Ponto G do macho, e é já perto do cu, ;-). Vi numa revista cientifica. hehehe
3) Kama sutra, ensina tudo. Até ir ao nirvana sem ejacular. ^^
4) A mulher tb decide quando quer q o cara goze, pô pedir pra dá de 4, é o mermo que dizer quero q vc goze, porque to cansada (depende, é relativo e nao generalizem... ), ou gemer ou enfim... a mulher pode tb.
ah nao lembro de mais situações... nem sei qual situação sexual o homem quando ta apaixonado se encontra, se ele demora mais ou nao,... creio que o homem seja mais complicado no sexo, como a mulher é complicada em relações.. kkk
acho q o homem apaixonado goza o tempo todo, mesmo depois da gala ter entrado na garganta da garota q ele mais desejou nos ultimos dias... mesmo quando ela olhava pra ele no corredor e ele tinha q se segurar porque ela nao podia ver aquilo, que vergonha! gozava de pau mole vendo ela passear de vestidinho, gozava sem ejacular de pau duro quando ela gemia e o apertava com unhas e bunda, e gozava gozando quando ela dizia: Ich liebe du. é isso.
aceito comentarios mais explicativos tipo:
COMO O HOMEM GOZA DE PAU MOLE?
ETC.
r. i.
;-)
O homem pode gozar de pau mole de diversas formas, foi o que descobri após conversar com amigos e etc... (amante sim... ajudou, mas de pau duro, kkk)
então...
´situaões nas quais o homem goza de pau mole:
1) Quando o cara cheira de mais, além da coca ativar o lado tostesterona do cara, a qual a racionalidade vai pr'um caldeirão infernal, que eu bem sei, nao tem viagra q dê jeito... bem é como um amigo meu me disse: "o jeito é bater uma punhetinha, gozar a torto e a direito... MAS." não deixa de ser um gozo racional... apesar de não ter nada de racionalista e puramente empirista... kkk.
Pausa: uma coisa é gozar com porra inclusa outrrrrrra é gozar sem porra. (ou gala). prefiro gala.
2) o homem tá em público, principalmente naquela idade bate-punheta, que a professora de ciencias sociais ou quimica é gostosa pra caralho e vc pede a ela tremendo :"tia, tia, posso ir ao banheiro, to passando mal", e ela mal sabe que vc - garoto de 9 a 15 anos (sim isso acontece nessas idades) - vai no banheiro bater uma punheta gostosa pensando na bundona ou no peitão indecente... Ou no trabalho, escritorio, faculdade, praça publica, qualquer lugar que nao se possa ficar de pau duro... Os que tem pau pequeno podem ver uma vantagem agora.
Uma coisa: gozar de pau mole só resta a punheta mental e física? mesmo fazendo um sexo oral na garota, é meio foda gozar de pau mole, gente... nem.
Não-gozar de Pau duro...
meu predilecto.
1) A camisinha. Por mais que ela seja um mal-necessário, ela tb tem suas vantagens, nas minhas experiências eu vi que o cara nao gozava de jeito nenhum, de uma forma que a camisinha prendia a gala dele,... gente. nem, conto. e tipo nao sei se rola com todo mundo, teria que fazer uma estatistica...
2) Quando se segura um musculo, que é como se fosse o canal que vai levar a gala até o pau,procurem no google, é como se fosse o Ponto G do macho, e é já perto do cu, ;-). Vi numa revista cientifica. hehehe
3) Kama sutra, ensina tudo. Até ir ao nirvana sem ejacular. ^^
4) A mulher tb decide quando quer q o cara goze, pô pedir pra dá de 4, é o mermo que dizer quero q vc goze, porque to cansada (depende, é relativo e nao generalizem... ), ou gemer ou enfim... a mulher pode tb.
ah nao lembro de mais situações... nem sei qual situação sexual o homem quando ta apaixonado se encontra, se ele demora mais ou nao,... creio que o homem seja mais complicado no sexo, como a mulher é complicada em relações.. kkk
acho q o homem apaixonado goza o tempo todo, mesmo depois da gala ter entrado na garganta da garota q ele mais desejou nos ultimos dias... mesmo quando ela olhava pra ele no corredor e ele tinha q se segurar porque ela nao podia ver aquilo, que vergonha! gozava de pau mole vendo ela passear de vestidinho, gozava sem ejacular de pau duro quando ela gemia e o apertava com unhas e bunda, e gozava gozando quando ela dizia: Ich liebe du. é isso.
aceito comentarios mais explicativos tipo:
COMO O HOMEM GOZA DE PAU MOLE?
ETC.
r. i.
;-)
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Um dia ainda descubro o que é Paixão.
Uma coisa que eu tava pensando, assim de bobeira, mas quem lê que tire suas próprias conclusões... Assim não levem como uma teoria, até porque vem só da minha cabeça, quero só que se divirtam com idéias que saem dela, são só ideias, e quem ler pode até achar que eu to sendo meio platonica, separando corpo e alma, mas na verdade eu to separando os gozos, nao corpo e alma. Bem ou mal, eu sempre devaneio acerca do sexo, acho até que criarei uma certa filosofia acadêmica do sexo (mas qual professor aceitaria ser meu orientador?!)...
Então o papo é o seguinte:
Há três tipos de gozo, aquele biológico e aquele puramente sexual - no sentido de ser racional, passional, anal, sem uma atribuição orgânica e sim transcendendo isso - e o terceiro seria os dois gozos ao mesmo tempo, num ápice e climax de enlouquecer a mulher além de ficar toda molhada, geme de verdade. Aos homens creio que sejam outros tipos... Porque não sei se eles gozam de pau mole... Mas acho que vou perguntar, quem quiser dar opinião...
1) Gozo biológico: É aquele que você tá nos dias mais secos, sem sexo há dias e qualquer suspiro te faz ficar toda molhada, ou o cara nem é tão interessante, mas o pau dele é enorme e chamativo, ou então ele chegou no seu ouvido e disse coisas interessantes "conchita" e o seu corpo reagiu de forma que vc normalmente não reagiria. Veja bem: são as reações do seu corpo que vão delimitar o gozo como um gozo biológico. Como, por exemplo, vc tá no restaurante e o cara - q vc nem tá tão afim - te masturba, vc fica molhada, mas percebe que aquilo foi uma reação do seu corpo e de uma fantasia do seu corpo. O gozo biológico é um gozo puro instinto de sobrevivência na selva, na qual vc precisa ficar molhada, ou estimulada, para dar pro cara.Na real, essas situações acontece quando vc tá bebada, que vc de cara não faria. A linguagem aqui é mais um acessório do que algo que realmente importa. O gozo acontece na buceta.
2) Gozo racional: è o meu predileto. É aquele que vc tá seca, no sentido de não ficar molhada, por mais que haja preliminares, vc continua seca, mas vc na sua cabeça sente um prazer maior do que todo estímulo. Pra o gozo acontecer não precisa simplesmente que vc jorre liquidos e liquidos, ou que o cara demore a gozar, porque vc já ta gozando desde sempre, simplesmente vc goza e treme e grita e geme bem alto. como uma loba. Vc se permite a ser amarrada, a enforcar-se e vc goza e não necessariamente o gozo tem que ser animal. é como se fosse uma expansão expansão até o big bang sexual! A linguagem é importante no gozo da cabeça, porque envolve sempre uma conquista, vc já conhece o cara, já tava afim dele e não tava bebada... É um gozo intelectual :-) O gozo psicológico acontece só de olhar, só de temer uma tal aproximação, no máximo um frio na barriga e uma audácia no olhar. É como se o homem conseguisse gozar de pau mole (não sei se isso é possível, mas acho que é assim). O gozo acontece na cabeça.
3) Ambos: É o que se diz a Paixão.
Então o papo é o seguinte:
Há três tipos de gozo, aquele biológico e aquele puramente sexual - no sentido de ser racional, passional, anal, sem uma atribuição orgânica e sim transcendendo isso - e o terceiro seria os dois gozos ao mesmo tempo, num ápice e climax de enlouquecer a mulher além de ficar toda molhada, geme de verdade. Aos homens creio que sejam outros tipos... Porque não sei se eles gozam de pau mole... Mas acho que vou perguntar, quem quiser dar opinião...
1) Gozo biológico: É aquele que você tá nos dias mais secos, sem sexo há dias e qualquer suspiro te faz ficar toda molhada, ou o cara nem é tão interessante, mas o pau dele é enorme e chamativo, ou então ele chegou no seu ouvido e disse coisas interessantes "conchita" e o seu corpo reagiu de forma que vc normalmente não reagiria. Veja bem: são as reações do seu corpo que vão delimitar o gozo como um gozo biológico. Como, por exemplo, vc tá no restaurante e o cara - q vc nem tá tão afim - te masturba, vc fica molhada, mas percebe que aquilo foi uma reação do seu corpo e de uma fantasia do seu corpo. O gozo biológico é um gozo puro instinto de sobrevivência na selva, na qual vc precisa ficar molhada, ou estimulada, para dar pro cara.Na real, essas situações acontece quando vc tá bebada, que vc de cara não faria. A linguagem aqui é mais um acessório do que algo que realmente importa. O gozo acontece na buceta.
2) Gozo racional: è o meu predileto. É aquele que vc tá seca, no sentido de não ficar molhada, por mais que haja preliminares, vc continua seca, mas vc na sua cabeça sente um prazer maior do que todo estímulo. Pra o gozo acontecer não precisa simplesmente que vc jorre liquidos e liquidos, ou que o cara demore a gozar, porque vc já ta gozando desde sempre, simplesmente vc goza e treme e grita e geme bem alto. como uma loba. Vc se permite a ser amarrada, a enforcar-se e vc goza e não necessariamente o gozo tem que ser animal. é como se fosse uma expansão expansão até o big bang sexual! A linguagem é importante no gozo da cabeça, porque envolve sempre uma conquista, vc já conhece o cara, já tava afim dele e não tava bebada... É um gozo intelectual :-) O gozo psicológico acontece só de olhar, só de temer uma tal aproximação, no máximo um frio na barriga e uma audácia no olhar. É como se o homem conseguisse gozar de pau mole (não sei se isso é possível, mas acho que é assim). O gozo acontece na cabeça.
3) Ambos: É o que se diz a Paixão.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Confeitaria Colombo
Eu vi meu Deus, eu tremi, pedi socorro.
eu vi Ele indo embora com sua sacerdotisa como eu fui um dia.
nervosa fiquei,
com aquele abraço tão rápido,
ñ, ñ pode ser desprezo, foi apenas mais UMA despedida.
Será que se eu pudesse Você cairia em
meu templo?
ñ, ñ posso pensar nisso (assim).
É o meu Apolo que não me harmoniza.
oh, Deus!
FIN
:-)
ainda bem que tu terminou bem, ne, querido?
eu vi Ele indo embora com sua sacerdotisa como eu fui um dia.
nervosa fiquei,
com aquele abraço tão rápido,
ñ, ñ pode ser desprezo, foi apenas mais UMA despedida.
Será que se eu pudesse Você cairia em
meu templo?
ñ, ñ posso pensar nisso (assim).
É o meu Apolo que não me harmoniza.
oh, Deus!
FIN
:-)
ainda bem que tu terminou bem, ne, querido?
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
memória
Vicente sim estava com taquicardia, meu pupilo com aqueles olhos de tarado sensível, me veio na praça verde, me abraçou e falou: "hj não tô bem, acho que cheirei demais ontem", ao som de Chega de saudade, uma bossa nova interessante quando se vai viajar na próxima semana. Cuidei dele como quem cuida de um amante-marido-que-vai-comprar-cigarro, falando nisso tentei evitar que ele fumasse o camel dourado (fumando, ;-) Assim pedi carona com um amigo dele e fomos para minha casa, ao passo que tentei acalmá-lo o colocando na minha rede, na varanda, fazia um frio agradável. (intervalo para lembrar de um fato anterior: ele se posicionando numa parede inclinada, perto do Fafi Bar, impinando em mim, o falo se aconchegando em meu ventre molhado e irresponsável, ora, o cara passando mal e eu pensando em comê-lo, até arquitetando como vou comê-lo sem que ele se canse mais? O falo grosso, quase endurecendo e arquejando uma falta de ar apressada.) Então nos deitamos naquela rede, nos balançamos, o cuidado me fez tirar um cochilo com ele, foi tão pegar no pau dele e sentir um pouco de tesão sem que ele percebesse, até que ele percebeu endurecendo até doer os ovos (precisamos gozar querida!), aí eu parava e começava a discutir com ele Freud, a rixa entre Filosofia clínica e Psicologia, amor idealizado ultra-romântico, ele me contou histórias de amor não correspondido ou fugidio, literalmente se foge de amores idealizados. O erotismo aparecia como uma despedida, "tô com medo" eu falava, medo medo medo de que tudo no Rio desce(sse) em merda... Meu querido, vc quando se levantou da rede, quando colocou a camisinha, quando enfiou em mim com aquela força de homem delicado, só eu sei o prazer de estar molhada contigo. E então eu gemia mais mais mais e gemia alto, porque só assim sei gozar (com gemidos altos, unhas arranhando e quem sabe uma corda - leve para qual corda vc quiser, meu querido Vicente). Você falando: "sua mãe vai ouvir, é melhor parar, seu tio tá bem aí!". E, realmente, paramos, não por causa da minha mãe ou os meus tios bem ao lado, paramos porque você, meu querido, precisava descansar e seria um foguete muito foda se vc morresse ali. Caralho, como você é gostoso, [Vicente. Amante] assim não se esquece, espero eu. E então depois você gozou, foi tão te ouvir, poucos gozam como vc. Aquela tremidazinha, com aquele sussurro: "sua buceta é demais, raísa"... Hum... Ai, adoro.
Já de manha, quando minha mãe agoava as roseiras você foi embora. Couchez avec moi toujours!
Já de manha, quando minha mãe agoava as roseiras você foi embora. Couchez avec moi toujours!
segunda-feira, 28 de julho de 2008
ressaca
Carta à Paculla Annia:
mediante a sua coragem, eu me ajoelho e me devoto à vòs que se diz Deusa;
minha Rainha torne eu seu súdito e como tal
cheio de esbórnia e amor.
onde choro quando sinto a sua força
e gozo quando sinto o seu tremer
e tremo quando sinto o seu gozar
que mil mendigos confirmem
que vc me ama e que eu te amo
e que nao haja tempo...
nem Fim.
mediante a sua coragem, eu me ajoelho e me devoto à vòs que se diz Deusa;
minha Rainha torne eu seu súdito e como tal
cheio de esbórnia e amor.
onde choro quando sinto a sua força
e gozo quando sinto o seu tremer
e tremo quando sinto o seu gozar
que mil mendigos confirmem
que vc me ama e que eu te amo
e que nao haja tempo...
nem Fim.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Felizes Juntos
Cidade de Hong Kong 1944
O soldado francês se aproxima e vê uma moça apoiada na parede, com a bunda levantada, levando uns tapas de um china safado, ele fala:
- ô deixa essa moça em paz senão vc vai ser preso. - em mandarim, é importante frisar.
a moça, em portugues:
- mas será o possível que eu não posso dar uma gozada nem de fds, nesse país lãlãlã, com uns tapinhas e um pau pequeno?!
e o chines, que falou em inglês:
- how many people make a love now? I want make a love now! ok?
hehehehe
FIM
um conto para rir da babaquice de existir.
O soldado francês se aproxima e vê uma moça apoiada na parede, com a bunda levantada, levando uns tapas de um china safado, ele fala:
- ô deixa essa moça em paz senão vc vai ser preso. - em mandarim, é importante frisar.
a moça, em portugues:
- mas será o possível que eu não posso dar uma gozada nem de fds, nesse país lãlãlã, com uns tapinhas e um pau pequeno?!
e o chines, que falou em inglês:
- how many people make a love now? I want make a love now! ok?
hehehehe
FIM
um conto para rir da babaquice de existir.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
before sunset
a vida é aquela comédia que sempre se quer viver, mas sempre tem vontade de retornar ao ninho do inferno, ao ninho do escalabro, do escatológico, do ruim. espero entao te dizer querido vadio, que aqui onde passo fome, e vejo situações trash, quero sim voltar, mas se eu passar mermão pode dar adeus à sua querida bucetinha.
tenho que ir.
:-)
tenho que ir.
:-)
quinta-feira, 19 de junho de 2008
sexo na casa branca (vale a pena ver)
o que aconteceria se vc tivesse que escolher, procastinar e ao mesmo se preocupar?
é bem interessante o fato de que eu ainda tenho o poder de decisao, apesar de lisa, sempre pensando pensando...
encontrei uma amiga minha no msn, foi bom conversar com ela... deu um pouco de vontade de chorar.
tá agora é hora de mentir, inventar, sacanear:
"a garota sai do cine-cachaca bebada tropega esperando o seu amigo que conhecera ha dois dias, o dito amigo de copo, entao aparece um cara que do nada disse: vamu pra minha casa? é claro - que ambos estavam bebados, cachaca liberada da nisso, nao se esquecam a escada tinha vomito. mas que vida é essa? ah rapá .... entao ela imaginou que seria mais um gaúcho chato e porre... mas foi... comeu um pé duro com alguma coisa apimentada... sei lá. entao vamos ao seguinte. o ponto mais importante desta historieta é o pau do cara.
porra gus porque tem que ser assim?
entao ela se amarrou no falo dele, maneiro demais (detalhe eu tentando me acostumar ás gírias locais), parecia aqueles vibradores de sex shop, grande e grosso crescendo feito cone. o cara tava bebado e isso atrapalhou um pouco, acho que os cearenses sao mesmo os mais tarados... as coisas tem suas facilidades por causa do calor. )ponto=
mas ela se amarrou tanto no pau do cara que por um momento pensou no seguinte... vou me dedicar - vou cair de boca nisso - e gemia bem alto - mais uma coisa: cearenses nao costumam se importar muito com vizinhos ou meus amigos sao assim loucos mesmo? teve q morder o lencol e entäo nao gozou... mas pode contemplar a beleza de um falo bem construido, por deus dionisico?
caralho era belo mesmo
CONTEMPLACAO
as veias saaltando de tao rigidas, pau duro desperta uma coisa no ventre que faz com que voce se invoque, invoque os outros e faca o cao morder o osso ruido. ah ficar olhando olhando pegando e
quero t chupar!
assim mesmo a garota dormiu e nao sabe direito como foi parar ali.
poderia ficar aqui horas
vc nao beba tanto vc nao beba tanto meu bem que chega causar espanto.. - musica das irmas pagäs..."
mas é hora de sair fora... pòrque nhe nhem
saudades de todos os amigos.
é bem interessante o fato de que eu ainda tenho o poder de decisao, apesar de lisa, sempre pensando pensando...
encontrei uma amiga minha no msn, foi bom conversar com ela... deu um pouco de vontade de chorar.
tá agora é hora de mentir, inventar, sacanear:
"a garota sai do cine-cachaca bebada tropega esperando o seu amigo que conhecera ha dois dias, o dito amigo de copo, entao aparece um cara que do nada disse: vamu pra minha casa? é claro - que ambos estavam bebados, cachaca liberada da nisso, nao se esquecam a escada tinha vomito. mas que vida é essa? ah rapá .... entao ela imaginou que seria mais um gaúcho chato e porre... mas foi... comeu um pé duro com alguma coisa apimentada... sei lá. entao vamos ao seguinte. o ponto mais importante desta historieta é o pau do cara.
porra gus porque tem que ser assim?
entao ela se amarrou no falo dele, maneiro demais (detalhe eu tentando me acostumar ás gírias locais), parecia aqueles vibradores de sex shop, grande e grosso crescendo feito cone. o cara tava bebado e isso atrapalhou um pouco, acho que os cearenses sao mesmo os mais tarados... as coisas tem suas facilidades por causa do calor. )ponto=
mas ela se amarrou tanto no pau do cara que por um momento pensou no seguinte... vou me dedicar - vou cair de boca nisso - e gemia bem alto - mais uma coisa: cearenses nao costumam se importar muito com vizinhos ou meus amigos sao assim loucos mesmo? teve q morder o lencol e entäo nao gozou... mas pode contemplar a beleza de um falo bem construido, por deus dionisico?
caralho era belo mesmo
CONTEMPLACAO
as veias saaltando de tao rigidas, pau duro desperta uma coisa no ventre que faz com que voce se invoque, invoque os outros e faca o cao morder o osso ruido. ah ficar olhando olhando pegando e
quero t chupar!
assim mesmo a garota dormiu e nao sabe direito como foi parar ali.
poderia ficar aqui horas
vc nao beba tanto vc nao beba tanto meu bem que chega causar espanto.. - musica das irmas pagäs..."
mas é hora de sair fora... pòrque nhe nhem
saudades de todos os amigos.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Rio de janeiro é lindo.,
seis de junho de dois mil e oito.
andei por niterói inteira, encontrei obra de Niyemaier (nao sei como se escreve), ri muitas vezes de noites anteriores e fiquei preocupada. assim que terminei o trabalho pensei: vou arranjar um gringo e viver de papo pro ar, lembrei do marivaldo e ele me dizendo coisas afins. quero desejo anseio morar aqui, mas as vezes me dói o peito, de foras que eu vou ter que dar, de trepadas.... que talvez .,.. hum... suspire suspire, vai dar certo é glória na cabeça. a felicidade é independente à quantidade de desgraças que acontecem. rir e viver é um fato que só os poucos libertinos têm acesso. muita saudade do meu irmao. mas nao quero voltar. O rio de janeiro fede por vezes e é tao bairrista quanto Fortaleza (às vezes pior), mas quando vc conhece um estudante de cinema, num cinema, bebe com ele na lapa, faz uma leitura de uma peça com desconhecidos queridos, bebe conhaque quando se já esta tao bebada, e ele nao te repreende, chega num apeê e lê mais poesia (nessa hora tão bebada lembrei-me do Diego dizendo que segundo a ditadura dele, toda pessoa que nao lesse poesia iria pro paredão), dormi.
trabalhei
bebi
ainda nao trepei
sou um animal andarilho errante.
que saia logo o edital de transferencia porra!
porra... esqueci de trancar a porta do caralho da ufc.
cerebro eletronico: escuto.
estou num dos momentos que eu mais gosto d viver.
sozinha e com os meus amigos dentro do peito.
acompanhada e em festas arrombantes.
voando. para o mundo
eu sou egoísta, não se esqueçam.
mas nascemos so/zinho0s e morremos? com deus nos acompanhando?
hahahahaha
ok ok
xD
é isso.
andei por niterói inteira, encontrei obra de Niyemaier (nao sei como se escreve), ri muitas vezes de noites anteriores e fiquei preocupada. assim que terminei o trabalho pensei: vou arranjar um gringo e viver de papo pro ar, lembrei do marivaldo e ele me dizendo coisas afins. quero desejo anseio morar aqui, mas as vezes me dói o peito, de foras que eu vou ter que dar, de trepadas.... que talvez .,.. hum... suspire suspire, vai dar certo é glória na cabeça. a felicidade é independente à quantidade de desgraças que acontecem. rir e viver é um fato que só os poucos libertinos têm acesso. muita saudade do meu irmao. mas nao quero voltar. O rio de janeiro fede por vezes e é tao bairrista quanto Fortaleza (às vezes pior), mas quando vc conhece um estudante de cinema, num cinema, bebe com ele na lapa, faz uma leitura de uma peça com desconhecidos queridos, bebe conhaque quando se já esta tao bebada, e ele nao te repreende, chega num apeê e lê mais poesia (nessa hora tão bebada lembrei-me do Diego dizendo que segundo a ditadura dele, toda pessoa que nao lesse poesia iria pro paredão), dormi.
trabalhei
bebi
ainda nao trepei
sou um animal andarilho errante.
que saia logo o edital de transferencia porra!
porra... esqueci de trancar a porta do caralho da ufc.
cerebro eletronico: escuto.
estou num dos momentos que eu mais gosto d viver.
sozinha e com os meus amigos dentro do peito.
acompanhada e em festas arrombantes.
voando. para o mundo
eu sou egoísta, não se esqueçam.
mas nascemos so/zinho0s e morremos? com deus nos acompanhando?
hahahahaha
ok ok
xD
é isso.
domingo, 2 de março de 2008
te amo ru-ru!
pra dá um tom mais serio neste blog indencente eu resolvi disparar algumas das coisas as quais estou estudando... sei lá já que eu nao tenho sexo - apesar de ser sexual... - eu posso discorrer sobre filosofia.
"(...) Obtemos deste modo um mundo de muitas coisas, com relações que nao se devem deduzir de uma 'natureza' suposta ou de uma essencia escolastica das coisas relacionadas. Neste mundo, tudo que é complexo compoem-se de coisas simples relacionadas, e a analise nao mais se confronta a cada passo com uma regressao infinita. Assumindo-se esta especie de mundo, resta responder o que devemos dizer a respeito da natureza da verdade. esta questao é considerada no ensaio que se segue."
lindo ó. bem eu ainda nao tenho a capacidade mental e intelectual de afirmar aqui o que eu achei do ensaio... só posso dizer q ele é foda. apesar de achar que eu estudo ele por influencia de terceiros... e na verdade se eu tivesse grana eu nao taria "aqui" estudando-o... mas mesmo assim ele me dá prazer... eu o estudo porque quero afinal... e eu sinto que ele me deixa mais inteligente... hehehee... é como um passatempo de lógica (kkk).
recomendo: "por que nao sou cristao" é de dar risadas! o padre se fode no final.. ahhaahahhahahahahahaahahhah
proximo ensaio é sobre sartre, prometo!
hahahahaha
ok. nao é mais o tedio. iiiiii :*
"(...) Obtemos deste modo um mundo de muitas coisas, com relações que nao se devem deduzir de uma 'natureza' suposta ou de uma essencia escolastica das coisas relacionadas. Neste mundo, tudo que é complexo compoem-se de coisas simples relacionadas, e a analise nao mais se confronta a cada passo com uma regressao infinita. Assumindo-se esta especie de mundo, resta responder o que devemos dizer a respeito da natureza da verdade. esta questao é considerada no ensaio que se segue."
lindo ó. bem eu ainda nao tenho a capacidade mental e intelectual de afirmar aqui o que eu achei do ensaio... só posso dizer q ele é foda. apesar de achar que eu estudo ele por influencia de terceiros... e na verdade se eu tivesse grana eu nao taria "aqui" estudando-o... mas mesmo assim ele me dá prazer... eu o estudo porque quero afinal... e eu sinto que ele me deixa mais inteligente... hehehee... é como um passatempo de lógica (kkk).
recomendo: "por que nao sou cristao" é de dar risadas! o padre se fode no final.. ahhaahahhahahahahahaahahhah
proximo ensaio é sobre sartre, prometo!
hahahahaha
ok. nao é mais o tedio. iiiiii :*
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
bem.
eu estou bem.
finalmente bem.
e que vao todos aqueles que nao querem isso às favas!
queria dizer aos meus leitores que nunca mais recitei uma pequenita historieta erótica, porque este campo está sendo o menos visitado pelo meu coraçãozinho de mamae. acontece que perdi aquela minha ninfetice que transava sem conhecer o cara. ah...
entao
a bianca me ligou, mesmo sendo uma noticia triste - realmente triste - parece que nunca tinha me sentido tao bem com uma ligação... ouvir a voz dela escrota e esnobe me deu um up. (ela ainda lembra de mim) ok. é o tedio.
eu transei com um rock star viciado em drogas... kkk. ele até tocou punheta e violão (nao ao mesmo tempo, é claro).
mas isso faz tempo...
encontrei um velho amigo e me agarrei com ele no banheiro de bar. (loucura, nao. secura mermo)
pelo contrário nao tive tato em pegar um menino que já sabia que eu queria pegar ele... mais apres je fais quelque chose et cest important dire que cest vivre. aussi....
alem do mais teve gente que me viu e fugiu. kkk. ok é o tedio.
pra tudo isso acontecer e estar aqui eu precisei chorar muito e tb brigar muito com a vanessa. hehehehe
sentir o ar da vida de novo.
:-)
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