segunda-feira, 24 de abril de 2017

off diario bebado em coimbra

houve a queima do facho facho quer dizer fascista somos símbolos e ritos palavras e gestos performance e poema a quem interessa a profundidade do gesto sem interrogação não se chega sem dúvida não se caminha transformemos sem verdades absolutas 25 de abril a queima do facho-em-nós avante dioniso avante exú a caminhada continua a luta a bússola ética nos guia !

segunda-feira, 13 de março de 2017

off-diario coimbra

morando na república pra-kys-tão <3 enquanto um mundo pautado pelas aparências fizer do seu grito um mercado enquanto um mundo pautado pelas aparências fizer do seu grito um enunciado de você não bebê você não eu ficarei (o eu, logo eu) de boa a fazer uma cena marginal a situação do mundo pautado pelas aparências a imagem é a que você quer passar quero: a micropolítica do desejo (e aqui um beijo e um enunciado de um novo projeto sobre a vida nas repúblicas enquanto territórios autonomos temporários, enquanto micropolítica dos afetos, enquanto) não, nunca a necropolítica. Em baixo Viva o Grelo duro por que todo dia é um dia de luta

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

diario 29/12



Das vezes que o outro me disse o que achava o q eu era, foram tantas as respostas como a vadia / louca/ quenga / puta / drogada e agora oportunista que cansei de acreditar e cansei de mandar um foda-se bem longo.

Foi difícil encontrar um caminho pra escutar a crítica e saber que também erramos, foi difícil perceber que por detrás de toda tentativa de te destruir existia caminhos em meio termo.

Hoje fui chamada de oportunista e olho pro meu passado e parece isso mesmo, uma sucessão de ajudas de amigos para que eu pudesse trilhar um caminho que só gente rica faz.

Para alguns pode parecer que eu quero ser branca, para outros mais uma vai com as outras.

No mais eu quero continuar sonhando com a minha voz existindo, ainda que só pra mim, escrevo, neste blog pra fugir do julgamento, da fogueira, da trama que tanto enredam as mulheres em serem sempre culpabilizadas por destinos mais frageis e menos ricos.

O dinheiro não tem cor. 

Mantenha a minha paixão, ainda que eu não saiba como será essa realidade.

Mais uma crise de ansiedade porque de julgamento em julgamento continuo aqui, me importando com a opinião dos outros....

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

off-diario

off-diario

poema para os iludidos

sem neura, eu também vivo de carnavais, só que agora só é de sexta a domingo e ainda naquelas de pensar na tecnocracia, burocracia e o meu brasil nos escândalos da bárbarie de uma nova civilização em nascimento: sim essa aí q não se nomeia por fronteira, mas a gente pode dizer "misturada", a que tanto o capitalismo golpeia para tentar derrotar, mas o que todo mundo já vive, por um verdadeiro Estado de Bem-estar social a violencia nunca será arma de lucro. Oxente, me deixe sonhar.

o pior de tudo é ver que agora eu só posso ser soldado e que se dizer-mostrar artista parece ostentação / sempre nos julgando.

e ser soldado em tempos de guerra midiática é ser artista criador de discursos, coitado dos filósofos, fico triste mesmo.

continuemos...

https://www.youtube.com/watch?v=FFAdU9TC3uI

terça-feira, 27 de setembro de 2016

off-salva-o-ego

off-salva-o-ego

(salva-o-diario)

27/09

sobre a universidade: o seu início com uma leitura de Marx e a sensação de que não escapei da doutrinação marxista francesa hahahaha - finalmente vou lê-lo (junto com marcuse).

sobre a malandragem: aqui a vida é um pouco entediante (doce, gentil) com um jeito malandro que passa o pano na sua cara e você nem sente... (minha gradução em malandragem pela Lapa carioca ajuda muito a perceber o que é falso do verdadeiro... incluso das questões prático-políticas do racismo, do preconceito, do desrespeito ao modo de vida cultural "considerado" "selvagem", como o meu hehehe (intuitivo e sereno, olha pro céu meu amor, ainda que maduro seja falso ingênuo, só pra rir e zombar com ironia do racismo d'outro).



e na sala de aula aquela formalidade toda, que não sei se é a doxa (opinião ou modo de ver o mundo) ou se é Brasil que leva o feeling do bar/da casa/ da praia à sala de aula (ao menos da filosofia a narrativa vai sempre de um diálogo amigo, quero dizer: do desejo/amizade/amor para o conhecimento/sabedoria/percepção...

sinto saudade da loucura do rio, mas por ora não sinto banzo. toulouse é doce e gentil.


não me pauto a pensar questões que no facebook sempre tem os que "são todos especialistas", só divago mesmo... o ego não se expressa em terras ocidentais, ele fica calado esperando fazer um comentário construtivo. não viaja, nem delira. me entedio... por isso que o consumo capitalista fica todo encrustado nos desejos de narciso, é pra o seu bem manter a beleza da aparência, porque no final ficamos todos calados no silencio organico da "sociedade", o grito pertuba...



por isso a leveza das crianças... e o choro hehehe, mas ainda reservo do meu vasto tempo solitário um espaço para essa contemplação do delírio... (esse escrito totalmente perdido e publicado em blog hahahahah)

terça-feira, 20 de setembro de 2016

toulouse

off diario

exer
exor

cicio

cismo

cisma minha

de querer desabafar como desterritorio
das calunias
das intrigas
das birras
das injustiças

vou colocar no Lattes que em 2013 trabalhei seis meses como escrava pro Museu de Imagem e Som e a terceirizada Acesso - que de acesso não me deu porra nenhuma, só a raiva e a indignação trabalhista.

Kafka!

Oh, Kafka, acuda-me desta feita que é sentir o processo 0010738-62.2015.5.01.0036 (AUDIÊNCIA NA 73ª VARA DO TRABALHO - GOMES FREIRE, 471) Audiência dia 21/09 às 10:20 da manhã horário de Brasília.

Ah que raiva! seis meses de trabalho escravo, nas épocas de manifestação e ainda o estágio

Na escola estadual Souza Aguiar, época foda, em todos os sentidos.

Mas (pausa pra uma meditação chinesa-esquizoanalítica) eu desapego.

Desapego o dinheiro.
Desapego o amor à humanidade - (dos anos de pesquisa de mercado e do mundo da arte no Rio de Janeiro, desapego mesmo)

Quem me chame de oportunista, saiba (eu) desapego até da tua atenção, do teu mal - olhado, que não vê o que quero.

Que não vê que a saída só rola se for pra todos.

Me concentro nas crianças francesas (uma de origem portuguesa onde brincamos de bruxa e outra bem danadinha estilo Artaud com tres anos e meio que gosta de princesa e boneca pelada), trabalho sim como babá e moro na casa de uma família estilo mãe da Jéssica, exceto que é só terça e sexta das 07:30 as 08:30 ou seja duas horas por semana.

Seis meses de trabalho por volta de 36.000 reais com os encargos férias, recisão de contrato, 13º tudo o que eles querem tirar agora eu nem tive. Minha única assinatura na carteira de trabalho é de um trabalho que atrasou malditos seis meses!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! PORAAAAAAAAA

sim, to com raiva. Muita raiva do Museu Image e Som que permitiu isso e agora nao passa de uma OS falida.

A foto é pra ilustrar que o tempo passa e a cama fica, gostosa, tranquila, vai passar... vai passar... vai dar certo... eu vou conseguir parar de pensar que um dia eu fui escravizada por seis meses...
 
Desapega
Desapega

Come uma larica
E sonha, sonha Raísa....

segunda-feira, 16 de maio de 2016

batepapo íntimo 16/05

batepapo íntimo
[no meio da guerra uma sombra de poesia]
CARALHO COMO É DIFÍCIL ESCREVER UM EMAIL BUROCRÁTICO
fico querendo botar um hehe
querendo dizer zoeira tava de brinks
ou chamar pra beber um vinho depois do expediente
ai no meio do parto escrevo e aperto enter
espaço para se assumir o que se é
guerra estética - por mais liberdade de escrita, já sou verdadeira em assumir meus erros, não sou normal. mas sei como ser, ética.
não sigo o deus dinheiro.
sigo o humano em fé.
follow me meu ego
alimento existencial 16 de maio
ad inifitum