O narciso necessario
Narciso o raio descolonizador
Porque se nao tens sujeito és objeto
Que diz sim sem saber o que quer, é comandado
Dizer Não tal um Narciso em seu espelho : "Não sera você que vai me derrotar".
Se não tens existência propria és um peça na tal da maquina de guerra
Guerra cultural afetiva simbolica
Ora, o que esta em disputa é o consumo
Repito : vendemos nossa alma em troca de permuta em papel moeda
Vendemos, ta de boa yoga mary jane e uma cerveja depois do almoço, o tempo e o lance é : linhas de fuga.
Traçar linhas de fuga como esse poema ingênuo e selvagem, a "França" me civilizou e agradeço bastante, o que "ela" não entende é a mistura, Paris entende mas tem que descobrir q Paris não é a "França"... é muito mais uma cadeia de comportamentos que as vezes te fodem com o ostracismo do social (tudo tão Eu, e eu e eu, sozinhos nos eus do individualismo ocidental) as vezes gostosos de comer - também graças, à mistura que para alguns é ingrata, com os occitans (lingua do Oc) malgreb Senegal e outros territorios subjetivos.
Não é que eu não goste, gostar a gente cria o gosto, e gosto do territorio subjetivo francês so que a luta de classes aqui é foda, ao mesmo tempo que tem luta tem uma violência moral fudida, (entenda : ser pobre em lugar nenhum do mundo é maneiro, pros fetichistas do sofrimento de classe, o que quero dizer é que foi na França que passei por isso e que passo todo santo dia, ta de boa, me civiliza e me faz estudar Marx (a loka comunista) com mais afinco porque toca na pele pensando em francês, desenrolo das idéias e tals, fazer-se entender e demandar suas proprias lutas pessoais e coletivas, no meu caso bem o de gênero : defender a mulher, neste 8 de março, todas as minorias e todas os que abraçam uma luta cotidiana e, finalmente, tranquila (com seu direito técnico ao usufruto dos prazeres, ser animal afetivo nesta época... nao nos deixemos tornar-se màquinas).
Bueno pode ser que seja uma viagem, mas se não criar os egos narcismos necessarios os cogitos existenciais branco chega e te toma pro proprio dele, conquistar o direito de existir e ter / ser alguém querido e que quer, sobre desejo que estamos falando, até desejar tao querendo privatizar (vida virtual e nossas escolhas afetivas em websites e aplicativos)
Fez-se sol hoje finalmente e
todo dia uma reza diferente
Um pouco de calor pros afetocomunistas.
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